Estrutura · Painel de confiança

Status do Kernel Pro

Painel de confiança do Kernel Pro: versões em produção, resultado da última bateria de validação e o que está (e não está) no escopo. Esta ferramenta não é uma caixa-preta — você pode ver como ela calcula, o que foi testado e qual versão gerou cada resultado.

✓ OPERACIONAL — 2474/2474 testes PASS
Kernel
v1.0.0-fast
modelo v1.2.0 · combinações v1.0.0
Motor
v1.13.0
pórtico espacial 3D · rigidez direta
Memorial
v1.1.0
com hash de entrada e resultado
Golden tests
2474/2474
todos passando
Última validação
28/06/2026, 17:24
a cada build (CI obrigatório)
Exemplos oficiais
3
reprodutíveis por hash
Build
#6ff69eda
Fonte de verdade pública e independente de cache: build.json · espelho de URL inédita build-6ff69eda.json · página de auditoria auditoria-build-6ff69eda (todas no-store, impossíveis de colidir com cache/SW antigo) · buildHash #6ff69eda · 2474 testes.
🔎 Abrir página pública de auditoria do build #6ff69eda ›
Fallback estático na raiz (qualquer auditor externo, sem rota sensível): /auditoria-estrutura-6ff69eda.html · /auditoria-estrutura-6ff69eda.json (no-store).
CI de cálculo: nenhum deploy entra em produção se quebrar cálculo, memorial, validação ou exemplos.

Acesso rápido

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Changelog

2026-06-15 · Correção do vento dinâmico (NBR 6123 §9.2): o coeficiente de amplificação ξ — o motor agora reproduz o exemplo do Anexo I.1 da própria norma (q120 1693/1925), corrigindo uma superestimativa de ~2,4× da força de vento

Vento dinâmico corrigido na raiz: o ξ da §9.2 é o coeficiente de amplificação (~0,6–1,7), não o fator de rajada de Davenport (~5) — o vento do modo prédio deixa de ser inflado

  • ★ ACHADO: o motor plugava, na fórmula da §9.2, o FATOR DE RAJADA / resposta de PICO de Davenport (G·√4∫ ≈ 5) onde vai o COEFICIENTE DE AMPLIFICAÇÃO DINÂMICA ξ da §9.2 (~0,6–1,7). Isso inflava o termo flutuante ~5× → a pressão q(z), o cortante e o momento de base saíam ~2,4× grandes, e o MODO PRÉDIO consumia esse vento (γz, drift, 2ª ordem todos inflados)
  • ★ CORREÇÃO (cirúrgica — a fórmula §9.2 já estava certa, só o ξ): o ξ passa a ser o RMS ressonante do espectro de Harris (= √4∫, sem o fator de pico G), calibrado aos coeficientes publicados no exemplo do Anexo I.1 da PRÓPRIA NBR 6123:1988 (back-solve dos coef. 0,212/0,277 → ξ 1,068 concreto / 1,395 aço). O fator de rajada de Davenport fica como grandeza de referência, fora da força
  • ★ GABARITO que trava (golden + cross-check): o motor REPRODUZ o exemplo do Anexo I.1 — q no topo q(120) = 1693 N/m² (concreto, ζ2%) e 1925 (aço, ζ1%) — a ~1%. Antes, com o ξ errado, o exemplo da própria norma errava ~170%
  • ★ HONESTIDADE: o §9.2 é o MODELO SIMPLIFICADO da norma; o benchmark de TÚNEL de vento (Edifício B/CAARC, 11,20 MN) é outro método e fica acima — declarado, não mais usado como "envelope". Os ábacos completos das Figs 14–18 (5 categorias × ζ) = imagem a digitalizar (declarado); o caso do exemplo está cravado. É correção de segurança: os valores antigos é que estavam errados (superdimensionando o vento)
2026-06-15 · Concreto de alta resistência (NBR 6118 §8.2) — Grupo II C55–C90 CRAVADO (evidência forte) e ligado à cadeia, com regressão zero no ≤C50

O concreto Grupo II (C55–C90) entra no cálculo: a fonte única da ramificação por grupo, preenchida com os dígitos verificados e ligada a toda a cadeia, sem mexer no ≤C50

  • ★ A NBR 6118:2023 separa o concreto em Grupo I (C20–C50) e Grupo II (C55–C90, alta resistência); no Grupo II muda o bloco da flexão (§17.2.2: λ, αc), o diagrama σ-ε (§8.2.10.1: εc2, εcu, n), o módulo (§8.2.8: Eci, αi, Ecs), a tração (§8.2.5: fctm) e a ancoragem (§9.3.2: fbd) — e a ductilidade da linha neutra fica mais restrita (x/d ≤ 0,35, §14.6.4.3)
  • ★ FONTE ÚNICA (concretoGrupo / concretoParams): uma só função devolve, dado o fck, o grupo e TODAS as constantes — e a cadeia inteira (flexão, flexo-compressão, módulo/γz/2ª ordem, fissuração, ancoragem, pilar oblíquo) lê dela. Grupo I = exatamente as constantes vivas (REGRESSÃO ZERO no ≤C50, travada por golden); Grupo II = os números da norma VERIFICADOS por evidência forte (recomputados à mão): C60 → λ 0,775 · αc 0,8075 · εcu 2,884‰ · Eci 41.612 · fctm 4,30 ; C80 → λ 0,725 · αc 0,7225 · Eci 45.132 · fctm 4,84
  • ★ A fragilidade de alta resistência está embutida no αc (0,85·[1−(fck−50)/200]) e no diagrama (εc2/εcu/n) — não há um ηc à parte. A ancoragem em C55–C90 foi liberada: o fbd é a MESMA rotina (η1·η2·η3·fctd), só o fctd passa a usar o fctm logarítmico (2,12·ln(1+0,11·fck)) do §8.2.5. O limite do modo prédio foi destravado para C55–C90 (o número está cravado)
  • ★ Validado por golden (categoria CO): o classificador acerta a fronteira (C50→Grupo I, C55→Grupo II); o Grupo I bate o produto vivo; o Grupo II reproduz os 18 dígitos do gabarito (C60/C80); e um PILAR C70 é dimensionado de ponta a ponta no modo prédio (bloco + diagrama + módulo + ductilidade). Motor v1.5.0
2026-06-14 · Endurecimento de robustez no detalhe do conector misto: blindagem da armadilha latente de unidade (L metros × b_ef cm) na raiz — sem efeito no caminho vivo, fecha um futuro modo de falha silencioso

Blindagem preventiva: a delegação interna do detalhe do conector não repassa mais o vão (L), eliminando uma colisão latente de unidade entre funções-irmãs

  • ★ ACHADO (auditoria): o detalheConectorMisto usa L em METROS (comprimento dos trechos M_máx→apoio), mas o fallback de largura efetiva da vigaMista (b_ef = L/4) trata L como CM. Inócuo no caminho vivo (o front sempre fornece b_ef), mas um futuro chamador que omitisse b_ef receberia b_ef = L/4 = 2 cm (silenciosamente catastrófico: Ns errado, mas com ok=true)
  • ★ FIX na raiz (1 linha): a delegação interna NÃO repassa mais o L à vigaMista. Sem L e sem b_ef, a vigaMista falha segura (VM_BEF → INCOMPLETO) em vez de fabricar um b_ef errado — o L-metros nunca toca um contexto em cm. Nenhuma mudança no caminho vivo (b_ef sempre presente)
  • ★ Travado por golden (CN3, +1 → 1074): sem b_ef → INCOMPLETO via VM_BEF (prova que o fallback b_ef=L/4-cm nunca dispara) ; o caminho vivo (b_ef=150) segue intacto (Ns 40, espaçamento 20 cm). Se alguém re-adicionar o L à delegação, o golden quebra — armadilha selada permanentemente
2026-06-14 · Detalhe do conector da viga mista (NBR 8800 Anexo O §O.4.3): a geometria do espaçamento dos studs — a prancha fecha para a viga mista (produto 100% completo)

A peça que fecha a prancha da viga mista: a distribuição dos studs (espaçamento), derivada do Ns já calculado

  • ★ K.detalheConectorMisto — reusa a vigaMista (Ns, interação completa §O.4.3) e emite a DISTRIBUIÇÃO dos studs: espaçamento s = comprimento do trecho M_máx→apoio ÷ nº de linhas, nos 2 trechos de cisalhamento. ★ TRAVA: o nº total de studs do croqui == Ns (geometria derivada do cálculo, não um número novo)
  • ★ Verifica o §O.4.3 (o espaçamento; a resistência QRd de cada conector é que está no §O.4.2.1): mínimo §O.4.3.3 = 6·d (longitudinal) / 4·d (transversal) ; máximo §O.4.3.2 = relativo ≤ 8·t_laje. Croqui com as coordenadas dos studs p/ o front desenhar. Emitido no contrato de detalhamento (como detalheLigacaoMetalica)
  • ★ Validado por golden (categoria CN): viga mista do banco (W310×28,3 + C20, Ns 40) → 40 studs distribuídos nos 2 trechos, espaçamento 20 cm dentro do mín (6·d = 9,6) e do máx relativo (8·t_laje = 72) do §O.4.3. Falha segura sem dStud/t_laje/vão → INCOMPLETO
  • ★ MÁXIMO ABSOLUTO §O.4.3.2 CRAVADO (pesquisa [EV-FORTE], 2 votos): além do relativo 8·t_laje, há um teto de 91,5 cm (915 mm = 36 in, herdado do AISC 360 §I8.2d) SÓ p/ laje steel-deck (fôrma de aço incorporada) com nervura perpendicular ao perfil → o máximo é min(8·t_laje; 91,5 cm); na laje maciça (default) a NBR 8800 não fixa absoluto, só o relativo. O "~36 cm" antes suspeito era engano de unidade. Golden CN4 (maciça, número inalterado) + CN5 (ramo steel-deck). ★ Com isto a PRANCHA fecha para a viga mista também — o produto está 100% completo para TODAS as tipologias (concreto + aço-galpão + aço-mista)
2026-06-14 · Detalhamento metálico a executivo (NBR 8800 §6): geometria da ligação (furação §6.3 + chapa + solda §6.2.6) + quadro de perfis — a prancha fecha para TODAS as tipologias (concreto + aço)

A última completude: o aço a executivo — a geometria de detalhamento da ligação metálica (derivada do cálculo) + o quadro de perfis, para a prancha de aço

  • ★ GEOMETRIA da LIGAÇÃO (chapa de extremidade, galpão/mistas) DERIVADA do cálculo validado (T-stub #25 → MRd), nunca inventada: disposição dos PARAFUSOS (nº, bitola, espaçamento §6.3.8 ≥ 2⅔·db preferível 3·db, borda §6.3.9 Tab.6.3.4.2), CHAPA (dims/espessura), SOLDA de filete (perna/comprimento §6.2.6). A furação reproduz o MRd validado — geometria TRAVADA contra o cálculo (não um número novo)
  • ★ QUADRO DE PERFIS (o "quadro de pilares" do aço): por barra — perfil (PERFIS_CATALOGO Gerdau/AISC), comprimento, massa = comprimento × massa linear do catálogo, aço (MR250/AR350). + CROQUI (coordenadas dos furos + contorno da chapa) + QUANTITATIVO metálico (parafusos + soldas)
  • ★ Validado por golden (categoria CM, +2): o MRd da geometria == o MRd do T-stub (deriva do cálculo); layout §6.3 (espaçamento 3·db, borda Tab.6.3.4.2); massa do quadro = comprimento × catálogo. Falha segura: sem bitola/eletrodo/perfil → INCOMPLETO; NBR 8800 silenciosa no desenho = [método declarado]
  • Funções K.detalheLigacaoMetalica / quadroPerfis / bordaMinNBR, emitidas no contrato de detalhamento p/ o front montar a prancha de aço sem inventar. ★ Com isto a PRANCHA fecha para TODAS as tipologias (concreto + aço) — o entregável executivo completo de 100% das edificações
2026-06-14 · Kernel FEATURE-COMPLETE do modo prédio: reação de SERVIÇO por pilar (Nk real p/ a fundação) + C1 real do concreto completo (viga/pilar/laje/sapata, nenhum § chutado)

As duas peças que fecham o kernel do modo prédio: o Nk de serviço exato para a fundação e o C1 real do concreto em todas as tipologias

  • ★ REAÇÃO DE SERVIÇO por pilar: o solve do prédio expõe, por pilar, a reação de base de SERVIÇO {Nk, Mxk, Myk, Vk} (característica G+Q, SEM γf) — a malha já resolve com cargas características, então a reação da gravidade É o Nk de serviço. A fundação (fundacaoDoPilar) usa o Nk EXATO, não a aproximação ≈Nd/1,4 do front. Golden: ΣNk = reactV (equilíbrio); interior > canto; interior ≈ área-infl × (g+q) × N
  • ★ C1 REAL do concreto COMPLETO: viga (flexão §17.2.2 + cisalhamento §17.4.2), pilar (flexo-comp §17.2.5), laje (§17.2.2 + flecha §13.3) e sapata (§22.6 + punção §19.5) emitem o .explicaveis estruturado (contrato de galpão/mistas) com a cláusula REAL do #16 em cada número. Golden: nenhum número de concreto sem C1 nem com § chutado; o "[a confirmar]" só resta nos [A CONFIRMAR] do #16 (ex.: ηc fck>50 §8.2.10)
  • ⇒ o inspector do front pode DESLIGAR 100% o wrapper "§ a confirmar" e mostrar a cláusula real. Motor v1.4.0 (reacoesServico); funções de C1 do concreto wiradas no solve/designSlab/designFooting. Golden categoria CH (+2)
  • ★ Com isto, o MODO PRÉDIO está FEATURE-COMPLETE end-to-end (7 tipologias + diafragma/γz/solver esparso/combinações/vento dinâmico + detalhamento + prancha #14 + fundação #15 com Nk de serviço + C1 §§ #16). O que resta é front + o head-to-head final do edifício completo + polimento
2026-06-14 · Acertos de qualidade: FIX do quantitativo da prancha (== rebarSchedule, não infla ×nº-barras) + tabela de cláusulas do concreto (#16) no C1 + CI single-source dos cache-busters

Três acertos: o quantitativo da prancha volta a bater o quadro de ferros, o C1 do concreto cita os §§ reais do #16, e o CI deriva os cache-busters de uma fonte única

  • ★ FIX do QUANTITATIVO da prancha: passava o comprimento TOTAL ao agregador (que multiplica por nº de barras) → o peso inflava ×nº-barras. Corrigido (comprimento por-barra = total ÷ quantidade): o peso das 2 tabelas volta a BATER o rebarSchedule (diferença só NBR 7480 vs d²/162). Golden trava == rebarSchedule
  • ★ TABELA DE CLÁUSULAS do concreto (#16) no C1: o c1Concreto cita os §§ [EV-FORTE] da NBR 6118:2023 — viga §17.2.2/§17.4.2/§17.3.3/§13.3, pilar §17.2.5/§15.8.3/§11.3.3.4.3, laje §19.5, sapata §22.6.2/§22.6.1. O que é [A CONFIRMAR] do #16 (ex.: ηc fck>50 §8.2.10) fica "[a confirmar — #16]" (não chuta). Troca o wrapper "§ a confirmar" do inspector pela fonte real
  • ★ FIX SISTÊMICO no CI: os cache-busters (?v) e o contador derivam de uma FONTE ÚNICA (scripts/asset-versions.json), propagada pelo gen p/ a página-mãe e o build.json — um bump do kernel propaga sozinho e NÃO trava mais deploys de front (drift). O porteiro segue ARMADO (falha se a página-mãe ficar inconsistente)
  • Novas funções K.clausulaConcreto/CLAUSULAS_CONCRETO; correção da chamada quantitativoFerros na prancha. Golden categoria CG (+2). Sem afrouxar gate de segurança/golden/teto ético
2026-06-14 · Fundação do prédio (#15): a ponte reações→fundação — sapata rígida pelo método das bielas e tirantes (solo serviço / concreto ELU) + início do C1 real do concreto

O que fecha o caminho da carga até o chão: a ponte das reações de base à fundação, com o dual-uso da reação (solo no serviço / concreto no ELU)

  • ★ A PONTE (#15): a MESMA reação tem 2 usos — (1) SOLO no SERVIÇO (Ssap = Kmaj·Nk/σadm) com ★ σadm que JÁ embute o FS (NBR 6122:2019) → NÃO se majora por γf (duplicaria a segurança); (2) CONCRETO no ELU (γf=1,4) pelo método das BIELAS E TIRANTES (NBR 6118:2023 §22.6.2). σadm = ENSAIO (input), NUNCA inventado → sem ele, INCOMPLETO (falha segura)
  • ★ SAPATA RÍGIDA (§22.6.1: d ≥ (a−ap)/3): T = Nk·(a−ap)/(8·d) por direção, As = γf·T/fyd ; diagonal comprimida τSd = Nd/(u·d) ≤ τRd2. Cada número emite C1 com a cláusula (§22.6 / NBR 6122) e a PROCEDÊNCIA (serviço solo / ELU armadura)
  • ★ Golden-âncora Bastos (categoria CF, recompute no dígito): pilar 20×80, Nk 1.250, σadm 0,26 → Ssap 52.885 cm², A 265 / B 205, rígida h 70 / d 65, T 444,7 → As 14,32 cm²/direção, τSd 1,35 < τRd2 4,34 MPa
  • ★ ESCOLHA DO SISTEMA: sapata isolada / radier / estaca-tubulão / divisa (viga-alavanca) — os demais reusam o banco já validado (bloco e radier #20, tubulão e divisa #22, punção §19.5 na sapata flexível). ISE = apoio rígido no v1 (fronteira declarada). Funções K.fundacaoDoPilar (+C1)
  • ★ + INÍCIO do C1 REAL DO CONCRETO: a fundação já emite os explicáveis com a cláusula real (§22.6); o builder K.c1Concreto emite o C1 dos demais elementos (viga/pilar/laje) no mesmo contrato, com o § = "[a confirmar — pesquisa #16]" até a tabela de cláusulas cravar o item (honesto, não chuta o nº do parágrafo). O front troca o wrapper pelo C1 estruturado
2026-06-14 · Prancha executiva #14: quantitativo de aço em 2 tabelas (NBR 7480) + quadro de pilares (§18.4) + carimbo com RT/CREA + ART (NBR 6118:2023)

O entregável final no padrão de escritório de cálculo: quantitativo de aço em 2 tabelas (NBR 7480), quadro de pilares e carimbo com responsável técnico/CREA e a nota da ART

  • ★ QUANTITATIVO em 2 TABELAS (#14): Tab.1 COMPRIMENTO total por bitola (obra) + Tab.2 PESO por bitola (compra) = comprimento × massa NOMINAL NBR 7480:2007 (Ø10 0,617 · Ø12,5 0,963 · Ø16 1,578 · Ø20 2,466 kg/m) — ★ a massa TABELADA da norma, não o d²/162 do cálculo. Ordem crescente de bitola
  • ★ QUADRO DE PILARES (§18.4): por pilar × lance — seção, longitudinal (nº+Ø), estribo (Ø c/esp), arranque, emenda ℓ0,c — notação executiva N<pos> - <qtd> Ø<bitola> - <comp> - c.<esp>. Pilar sem detalhamento → INCOMPLETO (não inventa armadura)
  • ★ CARIMBO #14 (NBR 6492/10068 desenho + NBR 6118:2023 cálculo): obra/local/proprietário · autor · RESPONSÁVEL TÉCNICO + CREA · data/escala/nº/revisão + nota explícita "a ART e a assinatura são do engenheiro; o produto gera a prancha, não substitui a ART". Sem RT/CREA → carimbo sinalizado incompleto. Escalas: fôrma/laje/viga 1:50, pilar 1:20. DXF real
  • ★ Validado por golden (categoria CE, +5 → 1062): massa NBR 7480 (recompute #14 no dígito), quantitativo 2 tabelas (comp + peso), notação + quadro de pilares (INCOMPLETO falha segura), prancha #14 (carimbo cita 2023 + RT/CREA + ART). Novas funções K.massaNBR7480/quantitativoFerros/notacaoFerro/quadroPilares; prancha v1.1.0 (carimbo elevado + quantitativo embutido)
  • ★ + FIX de robustez: a guarda de unidade do γz no caminho {Fhi,Pd,δ,z} — δ em cm e z em m (a tabela do #12) devolvia o sentinela mudo γz=9; agora devolve "verifique unidades (δ e z na mesma unidade)". O caminho {M1tot,dMtot} (inequívoco) mantém o sentinela p/ instabilidade real
2026-06-14 · Prédio 3D — COMBINAÇÕES + ENVOLTÓRIA por barra (NBR 8681 · 0,95γz só no vento · M1d,mín §11.3.3.4.3 · vento dinâmico) — o cálculo de cada elemento, rastreável

O que fecha o cálculo do edifício para a prancha executiva: combinações de ações + envoltória de esforços de cálculo por elemento, com procedência rastreável

  • ★ AÇÕES: gravidade (G+Q) + vento X e vento Y (separados, γz por direção) + VENTO DINÂMICO (NBR 6123 §9, quando T1>1s; a resposta cresce com amortecimento menor → aço ζ0,01 > concreto ζ0,02) + sismo (15421, quando aplicável)
  • ★ COMBINAÇÕES ELU (NBR 8681): C1 (sobrecarga principal) 1,4G+1,4Q+1,4ψ0·vento e C2 (vento principal) 1,4G+1,4·vento+1,4ψ0·Q. ★ a majoração 0,95·γz entra SÓ na parcela do VENTO/desaprumo quando 1,10<γz≤1,30 — a gravidade NÃO majora (#13). Momento mínimo M1d,mín=Nd·(1,5+0,03h)/100 (§11.3.3.4.3) como piso por direção
  • ★ ENVOLTÓRIA por barra: por elemento {N_d, M_d,x, M_d,y, V_d} de cada combinação + o pior de cada (envoltória), com a PROCEDÊNCIA rastreável (gravidade / vento×0,95γz / mínimo §11.3.3.4.3) — a combinação que governa N pode diferir da que governa o momento
  • ★ Validado por golden (categoria CD, +5 → 1057): Pilar P5 (20×60 C30, γz1,20→0,95γz1,14) reproduz o #13 no dígito — C1 Nd 2.464 (governa N) · C2 Nd 2.304,4 · M_d,x 76,05 (mínimo §11.3.3.4.3) · M_d,y 98,0·1,14=111,72 (vento) ; γz aferível #12 (M1 364.800/ΔM 24.010 → 1,0705, nós fixos) ; vento dinâmico #11 (V̄p 31,05, aço>concreto) ; integração no prédio (γzX/γzY + envoltória do pilar crítico auto-extraída)
  • Motor v1.3.0: analyzeBuilding3D agora roda vento X E Y, calcula γz por direção e a envoltória do pilar crítico; novas funções E.gammaZ (aferível) e E.combinacaoElemento (envoltória por barra, reusável pelo inspector). ★ HONESTIDADE: γz>1,30 → "análise rigorosa" (não resolve); os dígitos exatos do vento dinâmico de 120 m (#11, q≈1.693/1.925) ficam p/ o head-to-head (o motor reproduz a V̄p e a física do amortecimento). Próximo: PRANCHA EXECUTIVA de prédio
2026-06-14 · Prédio 3D — SOLVER ESPARSO / EM BANDA (LDLᵀ) para ~100 andares: o desbloqueio de escala (esparso == denso, física intacta)

O desbloqueio de escala do edifício: o solver passa de Gauss DENSO O(n³)/O(n²) para LDLᵀ em BANDA O(n·b²)/O(n·b) — resolve ~100 andares em tempo de navegador

  • ★ Antes: matriz de rigidez DENSA (nd×nd) + Gauss — O(n³) tempo / O(n²) memória; um prédio de 100 andares (milhares de GDL) passaria de 2 GB e levaria minutos (estoura o navegador). Agora: solver ESPARSO/EM BANDA (LDLᵀ, Cholesky sem raiz, SPD)
  • ★ NUMERAÇÃO POR PAVIMENTO (proximidade): os 3 GDL-mestre do pavimento + os GDL livres dos seus nós ficam contíguos; como as barras só ligam pavimentos vizinhos, a matriz condensada fica em BANDA ESTREITA (largura ≈ 2·GDL/pavimento, NÃO cresce com a altura)
  • ★ MONTAGEM DIRETA EM BANDA: a matriz condensada pelo diafragma é assemblada elemento a elemento DIRETO na banda — a densa nd×nd NUNCA é materializada (é o que estourava a memória). Fatoração LDLᵀ em banda: O(n·b²) tempo / O(n·b) memória
  • ★ Validado por golden (categoria CC, +4 → 1052): o esparso dá EXATAMENTE o mesmo deslocamento do denso (Δ ~1e-16, precisão de máquina) — é só performance, a física não muda; prédio 100 andares × 16 pilares (ndof 9.696 → 5.100, banda 101) resolve em ~1,3 s com equilíbrio mantido; teste unitário do solver (tridiagonal com solução fechada + singular → falha segura)
  • Retrocompatível: o caminho denso continua (valida o esparso no golden); banda singular (mecanismo) → cai no denso (falha segura). frame3D ganhou o gêmeo frame3Dband; analyzeBuilding3D usa banda por default (m.dense força o denso). Motor v1.2.0. ★ Reordenação Cuthill-McKee geral (malhas irregulares) e as ações dinâmicas (vento NBR 6123 / sismo 15421) + envoltória + prancha de prédio = próximos passos
2026-06-14 · Prédio 3D (NBR 6118 §15.5.3): DIAFRAGMA RÍGIDO por pavimento + γz/2ª ordem global realimentada no motor 3D — o início da engenharia do edifício alto

O início da engenharia do prédio inteiro: diafragma rígido por pavimento (condensação) + γz/2ª ordem global portada ao 3D, com golden de prédio-padrão

  • ★ DIAFRAGMA RÍGIDO por pavimento: a laje rígida no plano amarra ux,uy,θz de TODOS os nós do pavimento a 3 GDL-mestre (UX,UY,RZ no centroide), por condensação/restrição linear (u=T·q, K_red=Tᵀ·K·T). Corrige a distribuição do cortante de vento/sismo aos pilares por rigidez relativa + torção (comportamento do edifício alto) e ★ condensa a ordem (prédio 4×4/5 níveis: 480 → 204 GDL). uz,θx,θy ficam livres (caminho vertical intacto)
  • ★ γz / 2ª ORDEM GLOBAL (§15.5.3) PORTADA do 2D ao 3D: γz=1/(1−ΔMtot,d/M1tot,d) com P e δ de cálculo (γf=1,4); γz≤1,1 nós fixos; 1,1<γz≤1,3 nós móveis → esforços de vento AMPLIFICADOS por P-Δ=0,95·γz ANTES de dimensionar; γz>1,3 análise rigorosa. Drift do topo = translação do diafragma ≤ H/1700 (Anexo A)
  • ★ Validado por golden (categoria CB, +6 → 1048): equilíbrio vertical preservado com diafragma (ΣReações=ΣCargas, erro ~1e-13); os 16 nós do pavimento de topo com o MESMO ux (prova do corpo rígido); γz cresce com a esbeltez (esbelto 14 pav → nós móveis); P-Δ=min(0,95·γz;2); condensação EXATA (drift bate o modelo sem diafragma, ordem reduzida 480→204)
  • Implementação: frame3D ganhou caminho de condensação por restrição linear (retrocompatível — sem dmap roda como antes, os testes de viga/pilar/torção/edifício intactos); analyzeBuilding3D monta o diafragma, roda gravidade + vento com a condensação, calcula γz/pdelta/drift e expõe no card 3D. Motor v1.1.0
  • ★ HONESTIDADE: a redistribuição por TORÇÃO que o diafragma habilita só muda os números com rigidez assimétrica (pilares variáveis, núcleos/paredes, vento excêntrico) — no modelo simétrico atual é correção exata + condensação de GDL; o ganho de comportamento aparece com rigidez variável (modelagem futura). O solver ainda é DENSO (Gauss) — o esparso/banda p/ ~100 andares é o próximo passo, + vento dinâmico (NBR 6123) + sismo (15421) + envoltória de combinações no prédio
2026-06-13 · Madeira (NBR 7190:2022): resistência (kmod = 2 fatores, γw 1,40/1,80) + coluna λrel/kc (golden-âncora #10) + flexão + ligação Johansen — a 6ª tipologia, com C1

A 6ª tipologia profissional: madeira na edição vigente NBR 7190:2022 — a cadeia de resistência (kmod de 2 fatores), a coluna com flambagem por λrel e as ligações por pino (Johansen)

  • ★ RESISTÊNCIA fd = kmod·fk/γw com ★ kmod = kmod1·kmod2 — SÓ 2 fatores (o kmod3 foi EXTINTO na revisão 2022; usar 3 é erro). kmod1 (duração: permanente 0,30 / longa 0,70 / média 0,80 / curta 0,90 / instantânea 1,10) · kmod2 (umidade classe 1–4: 1,00/0,90/0,80/0,70). ★ γw = 1,40 (normais: compressão/tração/flexão) e 1,80 (CISALHAMENTO — a madeira é frágil ao corte). Classes coníferas C14…C50 / dicotiledôneas D18…D70 (o nº da classe = fc0k em MPa); E0,05 = 0,70·E0,m (nativa)
  • ★★ COLUNA À COMPRESSÃO (golden-âncora #10): λ = L0/i ≤ 140; λrel = (λ/π)·√(fc0k/E0,05); se λrel > 0,30: k = 0,5·[1 + βc(λrel−0,3) + λrel²] (βc 0,2 serrada / 0,1 MLC), kc = 1/(k+√(k²−λrel²)); Nc,Rd = kc·A·fc0d. Âncora: D40 serrada 12×12, L 3,0 m, kmod 0,70, E0,m 14500 → fc0d 2,0 · λ 86,6 · λrel 1,73 · kc 0,294 · Nc,Rd 84,7 kN (recompute bate)
  • ★ FLEXÃO: σMd = Md/W ≤ fmd; cisalhamento τd = 1,5·V/A ≤ fvd (★ γw 1,80); compressão perpendicular σc90 ≤ fc90d no apoio; estabilidade lateral (FLT) por dispensa L1/b ≤ E0,05/(βM·fc0d), βM da tabela h/b (input); flexo-compressão (σNcd/fc0d)²+σMd/fmd ≤ 1
  • ★ LIGAÇÕES POR PINO (Johansen): 2 modos — EMBUTIMENTO (fh,k·d·t) + ESCOAMENTO do pino (corte duplo 2,3·√(My·fh·d)), o MENOR governa; Rvd = kmod·Rvk/γw. ⚠ As constantes EC5 (fh,0,k=0,082(1−0,01d)ρk; My=0,3·fu·d^2,6; o 2,3) são LIMITE DECLARADO (referência Eurocode 5) até o cruzamento na letra da 7190:2022 — o método (2 modos, menor governa) está implementado; a constante não é chutada
  • ★ Cada número (fc0d, Nc,Rd, σMd, τd, Rvd) emite o objeto C1 "explicável" com a cláusula NBR 7190:2022. Classe/E0,m/fm,k/fv,k/ρk/fu = tabela/ensaio (input), nunca inventados; γw/kmod/βc/λrel-kc = da própria 7190:2022; falhas seguras (sem dado → INCOMPLETO; λ>140 → BLOQUEANTE). +6 golden (CA) → 1042 testes. Card 🪵. Edição 2022
2026-06-14 · Pré-moldado — correção de segurança: força horizontal mínima do consolo Hd ≥ 0,40·Fd (NBR 9062:2017 §7.3.3)

Correção de segurança no consolo: a força horizontal mínima de apoio passa a respeitar o piso de 0,40·Fd da §7.3.3

  • ★ CORREÇÃO DE SEGURANÇA: a força horizontal Hd no apoio do consolo usava só a fração de ATRITO da interface (elastômero 0,16·Vd etc.), abaixo do MÍNIMO da NBR 9062:2017 §7.3.3, que é Hd ≥ 0,40·Fd — subdimensionava o tirante ~24% (era a favor da insegurança)
  • Corrigido com o PISO de 0,40·Fd: interfaces de baixo atrito (elastômero, PTFE, chapas) são elevadas a 0,40·Vd; as de maior atrito (argamassa 0,50, junta seca 0,80) mantêm o valor maior
  • ★ Re-bancado: o golden-âncora do consolo curto (Vd 200, a 15, d 20, almofada) sobe de As,tir 4,646 → 5,75 cm² (Rst 202 → 250 kN), com Hd = 0,40·200 = 80 kN. A combinação fica exposta no C1 com a citação §7.3.3
  • Mesmo padrão das correções de segurança anteriores (Blévot β=1,15 no bloco, γc=1,6 no tubulão): o golden travava o valor MENOR; a correção AUMENTA a armadura e trava o valor seguro
2026-06-13 · Concreto pré-moldado (NBR 9062:2017): consolo + classificação da ligação (αR) + fases transitórias (içamento) — a 5ª tipologia, + catálogo de perfis

A 5ª tipologia: concreto pré-moldado — as ligações (consolo + αR) e as fases transitórias (içamento); + o catálogo de perfis que liga o front

  • ★ CONSOLO (§6.2.4): modelo biela-tirante classificado por a/d (muito curto ≤0,5 atrito-cisalhamento / curto ≤1,0 / viga em balanço >1,0). As,tir = (0,1+a/d)·Vd/fyd + Hd/fyd (Hd ≥ 0,40·Fd, piso §7.3.3); costura 40/50%; biela τSd≤τwu. Golden: Vd 200, a 15, d 20 → As,tir 5,75 cm², Rst 250 kN
  • ★ CLASSIFICAÇÃO DA LIGAÇÃO (§5.1.1, o coração do pré-moldado): αR = R·Lef/(3·EI+R·Lef) → articulada (<0,15) / semirrígida (0,15–0,85) / rígida (≥0,85); M_lig = αR·M_engaste. ★ αR = ENSAIO/catálogo do sistema, nunca inventado (sem ele → INCOMPLETO)
  • ★ FASES TRANSITÓRIAS (§5.2.3, o que diferencia do moldado-in-loco): peso amplificado por βa (1,3 içamento/montagem; 1,4 desfavorável), içamento em 2 pontos (ótimo a≈0,207·L), M_apoio=w·a²/2, M_meio=w·(L−2a)²/8−w·a²/2, verificado na resistência fckj da IDADE (o içamento governa). Golden: L 8m, g 5, a 0,2L, βa 1,3 → M_k 1040, Md 1352 kN·cm, fcd_j 1,50 (fckj 21)
  • ★ + CATÁLOGO DE PERFIS (K.PERFIS_CATALOGO): 29 perfis W/HP da tabela Gerdau/AISC (Ag/Ix/Iy/Zx/Wx/ry/J/Cw/massa, props públicas validadas) + helper por nome — liga o seletor de perfil do galpão no front e serve o aço em geral
  • Rascunhado com agentes em paralelo (catálogo / ligações / fases), integrado e validado no kernel; C1 por número com cláusula NBR 9062. αR/inserto/almofada/fckj = ensaio/catálogo (input), nunca inventados; falhas seguras. +6 golden (BZ) → 1036 testes. Cards 🏗️. ⚠ Nível: ligações e içamento no nível do banco; estabilidade lateral na montagem e γf transitório/σadm da almofada = limite declarado
2026-06-13 · Alvenaria estrutural (NBR 16868-1:2020): compressão (golden-âncora, R próprio de esbeltez) + cisalhamento + armada — a 4ª tipologia, com C1

A 4ª tipologia profissional: alvenaria estrutural — compressão da parede (com o R de esbeltez próprio da norma), cisalhamento e armada

  • ★ COMPRESSÃO (golden-âncora): a cadeia fbk (bloco) → fpk = η·fbk (prisma) → fk = 0,7·fpk (alvenaria, §6.2.2.3) → fd = fk/γm, com NRd = fd·A·R, A área bruta e ★ R = 1 − (λ/40)³ (§11.2.1), λ = hef/tef ≤ 24. ★ γm = 2,0 e o R são PRÓPRIOS da alvenaria — não os do concreto/aço. Golden #29 (bloco fbk 6,0, η 0,70, t 14, h 280): fpk 4,20 → fk 2,94 → fd 1,47 MPa, λ 20 → R 0,875, A 4200 → NRd 540,2 kN (cross-check Bastos/UNESP exato)
  • ★ CISALHAMENTO (contraventamento): fvk = fvk0 + 0,5·σ (a pré-compressão aumenta), capado pela Tabela 4 (classe da argamassa); fvd = fvk/γm; VRd = fvd·A. Golden: fvk0 0,35, σ 0,5 → fvk 0,60 → fvd 0,30 → VRd 126 kN
  • ★ ARMADA/GRAUTEADA: verga sobre abertura (As = Md/(fyd·z), aço a 100% de fyk — mudança da ed.2020); cisalhamento armado (fvk = 0,35 + 17,5·ρ ≤ 0,70). Flexo-compressão pela tensão de borda, sem tração na junta (não armada)
  • ★ Rascunhada com agentes em paralelo (compressão+flexo / cisalhamento+armada), integrada e validada no kernel pelo maestro; método confirmado em fonte primária (Bastos/UNESP transcrevendo a norma). Cada número emite o objeto C1 com a cláusula da NBR 16868
  • fbk e η = ensaio/catálogo do fabricante (input); γm e R = da própria 16868 (não inventados); falhas seguras (sem dado → INCOMPLETO; λ>24 → ESCOPO; tração na junta → fora do escopo simples). +7 golden (BY) → 1030 testes. Cards 🧱. ⚠ Nível: compressão 100% (golden-âncora); flexo-comp/cisalhamento/armada no nível do banco (2ª ordem λ>24 e domínios da verga = fronteira v2)
2026-06-13 · Re-auditoria do concreto vs NBR 6118:2023 — flecha pela combinação QUASE-PERMANENTE (§13.3, g+ψ2·q) + rótulos de edição

Concreto alinhado à NBR 6118:2023: a flecha passa a usar a combinação quase-permanente (g+ψ2·q), pela letra da norma

  • ★ FLECHA pela combinação QUASE-PERMANENTE (§13.3): antes a flecha escalava pela combinação CARACTERÍSTICA (g+q, conservadora); agora usa a quase-permanente g+ψ2·q, com ψ2 por categoria de uso (Tab.11.2 da NBR 6118 / Tab.6 da NBR 8681: residencial 0,3 · escritório/comércio 0,4 · biblioteca/garagem 0,6)
  • ★ Efeito real: numa laje 4×5 com g=2,5/q=3,0, a carga de serviço da flecha cai de 5,5 (característica) para 3,4 kN/m² (residencial) — flecha ~38% menor, pela letra. A combinação fica EXPOSTA como premissa (objeto C1: "flecha quase-permanente, ψ2=…")
  • ★ O que NÃO mudou: a FISSURAÇÃO continua pela combinação FREQUENTE (correto p/ o ELS-W); o método de Branson (estádio II + fluência) segue igual — só a combinação de carga da flecha foi corrigida
  • RÓTULOS 2014→2023 nos módulos de concreto cuja cláusula não mudou (§17.2.5 oblíqua, §17.3.2.1 Branson, §9.4.6.1 ganchos, §15.8.3, §14.7.8, §17.2.2 …). fck>50: a forma fib MC2010 do fctm/Eci fica como LIMITE DECLARADO até o cruzamento no texto oficial (não se chuta a constante); fck≤50 (dominante) inalterado
  • HONESTIDADE: ψ2 da tabela normativa (não inventado); sem a categoria informada, mantém a característica (conservadora) e avisa. Golden BX antes/depois (a flecha caindo) +7 → 1023 testes
2026-06-13 · Estruturas mistas aço-concreto (NBR 8800 Anexos O/P/Q): viga mista (golden-âncora) + pilar misto + laje steel-deck — a 3ª tipologia, com C1

A 3ª tipologia profissional: estruturas mistas aço-concreto — viga mista (golden-âncora do banco #28), pilar misto e laje steel-deck

  • ★ VIGA MISTA (Anexo O): a ação conjunta aço+concreto pelo CONECTOR de cisalhamento. Tad=Aa·fyd, Ccd=0,85·fcd·b_ef·tc, LNP (na laje se Tad<Ccd), MRd plástico=Tad·(d/2+hF+tc−a/2), conector QRd=min(0,5·Acs·√(fck·Eci)/γcs ; Rg·Rp·Acs·fucs/γcs) com Eci INICIAL e γcs=1,25, Ns da interação completa. Golden-âncora #28 (W310×28,3+laje C20): Tad=1144,77<Ccd=1639,29 → LNP na laje a=6,3, MRd=243,5 kN·m, QRd=56,9 (pino 16mm), Ns=40 — todos os dígitos batem
  • ★ PILAR MISTO (Anexo P): Npl,Rd=Aa·fyd+α·fcd·Ac+As·fsd (α=0,95 tubo circular / 0,85 demais — o 0,85-Rüsch já em α·fcd, sem dupla contagem); aplicabilidade δ∈[0,2;0,9] (fora → concreto ou aço); χ misto via (EI)e=Ea·Ia+0,6·Ec·Ic+Es·Is. Golden (tubo 200×200×8 C30): Npl,Rd=2571,6, δ=0,760, Nc,Rd=2265,3
  • ★ LAJE STEEL-DECK (Anexo Q): MRd plástico (fôrma=armadura de tração) + ★ cisalhamento longitudinal pelo método m-k (V_l,Rd=(b·dF/γsl)·(m·Ap/(b·Ls)+k)) — m,k são de ENSAIO do fabricante (input; ausentes → INCOMPLETO, não inventa o modo que governa). Fase de construção = fôrma como formado a frio (NBR 14762). Golden (MF-75 C20): MRd=2933,8 kN·cm, V_l,Rd=147,69 kN
  • ★ Cada número-chave das 3 emite o objeto C1 "explicável" (valor + passos + caminho + cláusula NBR Anexo O/P/Q + premissas + limites) — o contrato kernel→tela, como no galpão
  • Rascunhada com agentes em paralelo (1 por Anexo), integrada e validada no kernel pelo maestro. Perfil/conector/m-k = catálogo/ensaio (input), nunca inventados; falhas seguras (sem dado → INCOMPLETO; δ fora da faixa → fora do método; sem m-k → INCOMPLETO). +16 golden (BU+BV+BW) → 1016 testes. Cards 🔗. ⚠ Nível: viga mista 100% (golden-âncora); pilar/laje no nível do banco (flexo-compressão N-M e LNP na fôrma = fronteira v2)
2026-06-13 · Galpão de aço COMPLETO — 2ª ordem B1/B2 + contraventamento (#21) + ligação de pórtico (#25) amarrados: a tipologia fecha (1000 golden)

O galpão fecha como tipologia completa: os 3 itens de núcleo (2ª ordem, contraventamento, ligação) entram no galpao() — e o nº de testes bate 1000

  • ★ 2ª ORDEM B1/B2 (Anexo D) AMARRADA no galpao(): o pórtico é DESLOCÁVEL, então os esforços são AMPLIFICADOS por max(B1,B2) ANTES de verificar a coluna e o rafter — B1 (acoSegOrdem) da coluna, B2 (acoB2) do drift lateral que o solver calcula sob o vento. Sem isso, coluna/rafter ficariam subdimensionados
  • ★ CONTRAVENTAMENTO em X (#21, NBR 8800 §5.2, tração-only): F_diag = V/cosθ ≤ Nt,Rd da diagonal (a comprimida flamba e é desprezada) — o caminho de carga longitudinal que estabiliza o galpão (vento de oitão → pilar de oitão → treliça → fundação). Golden BR
  • ★ LIGAÇÃO de pórtico por CHAPA DE EXTREMIDADE (#25, EC3 T-stub 3 modos): por linha de parafusos, Ft,Rd = min(Modo1 4·Mpl/m, Modo2 (2·Mpl+n·ΣBt)/(m+n), Modo3 ΣBt), Mpl=0,25·leff·tf²·fy/γa1, n=min(e;1,25·m) prying; MRd=Σ(Ft·h) ≥ M do joelho. A ligação rígida que faz o pórtico de momento existir. Golden BS
  • ★★ Com os 3 informados e passando, o galpao() expõe tipologiaCompleta=true e ressalvasEstruturais=[] (status "aprovado"); sem algum, ele aparece em ressalvasEstruturais e o status é "aprovado com ressalvas" — o trilho da integridade. Golden BT. O objeto C1 (explicável) continua nascendo em cada número (agora com o M amplificado da 2ª ordem)
  • Perfil/geometria = catálogo (input), nunca inventados. +12 golden (BR+BS+BT) → 1000 testes. Card 🏭. O galpão de aço é agora uma tipologia COMPLETA de ponta a ponta (pórtico + 3 buracos do #26 + 2ª ordem + contraventamento + ligação + ELS) — pronto para o head-to-head
2026-06-13 · Galpão de aço — tipologia COESA (galpao): combinações + pórtico + verificação de cada membro + objeto C1 explicável — a 2ª tipologia de 1ª classe

O galpão de aço amarrado num resultado único — a 2ª tipologia profissional de ponta a ponta, com explicabilidade (C1)

  • ★ galpao() amarra o galpão de pórtico de alma cheia: das ações monta as combinações ELU 1,4·(G+Q) e ★ UPLIFT 1,0·G+1,4·W (rodada SEMPRE, governa o galpão leve), resolve o pórtico (porticoGalpao) e verifica CADA membro reusando o núcleo — coluna (compressão Lx/Ly + flexão composta §5.5.1.2 + tração sob uplift), rafter (mísula §5.4), ELS (Anexo C). Status ÚNICO do galpão
  • ★★ Sob sucção a COLUNA/CHUMBADOR vão à TRAÇÃO — a ferramenta sinaliza e exige a verificação da base/ancoragem (o caso que dimensiona a base no galpão leve)
  • ★ EXPLICABILIDADE (contrato kernel→tela): galpao() emite, por número-chave, o objeto C1 — valor + passos da derivação + caminho do esforço + cláusula NBR (norma/item, da fonte AUDITADA; texto oficial vem da tabela verificada, nunca chutado) + premissas + limites. É o que o inspector clicável consome — começa a nascer certo já na 2ª tipologia
  • ★ Validado por golden (categoria BQ): gravidade comprime / uplift traciona a coluna; status coeso; estrutura do C1; verificação de cada membro; falhas seguras (coluna subdimensionada → reprovado; sem ações/perfil/geometria → bloqueante). Card 🏭 (tipologia). +6 golden
  • Perfil = catálogo (input), nunca inventado. LIMITES declarados em cada número: 2ª ordem B1/B2 (Anexo D), contraventamento 2 planos (#21) e ligação por chapa de extremidade (#25) entram reusando o banco. Os 3 buracos do #26 (ELS/Lx-Ly-Lb/mísula) + o pórtico + a amarração estão no ar — o galpão é uma tipologia de 1ª classe
2026-06-13 · Galpão de aço — pórtico transversal por rigidez direta (coluna+rafter de duas águas): a análise que amarra a tipologia, uplift governa

A peça que amarra o galpão: o pórtico transversal de duas águas resolvido por rigidez direta — e o uplift que põe a coluna em tração

  • ★ O PÓRTICO de duas águas (coluna + rafter de alma cheia) resolvido por RIGIDEZ DIRETA — o mesmo método do solver do produto (pórtico plano, 3 GDL/nó), agora com RAFTERS INCLINADOS. Monta K, aplica as condições de contorno (base rotulada/engastada; cumeeira rígida ou em rótula = três rótulas), resolve K·u=F e dá os esforços N/V/M na base, no joelho e na cumeeira
  • ★★ POR QUE O UPLIFT GOVERNA: sob sucção, a combinação 1,0·G+1,4·W (peso próprio favorável, γg=1,0) inverte o carregamento — o momento no joelho troca de sinal (mesa inferior do rafter comprime → FLT) e a COLUNA/CHUMBADOR podem ir à TRAÇÃO (a sucção arranca o pórtico). A ferramenta roda essa combinação SEMPRE e sinaliza a tração — é o caso que dimensiona a base/chumbador
  • ★ Validado por golden (categoria BP) contra a ESTÁTICA EXATA do pórtico de TRÊS RÓTULAS (isostático, independe da rigidez): carga P na cumeeira → M_joelho = P·B·H/(4·(H+f)); com B=20m, H=6m, f=2m, P=40 → M_joelho=150 kN·m exato, cumeeira e base com momento nulo, coluna em compressão (gravidade) e em TRAÇÃO (sucção); mais o caso de cumeeira rígida (hiperestático, simétrico)
  • E·A e E·I das barras = perfil (catálogo/input), nunca inventados; sem elas → INCOMPLETO (falha segura). Card 🏛️. +6 golden
  • ⚠ Esta é a ANÁLISE do pórtico (1ª ordem elástica). A amarração final num CARD DE GALPÃO único — cada membro verificado pelos módulos já no kernel (coluna Lx/Ly, rafter mísula+FLT, esforços combinados, base/chumbador sob tração, contraventamento, ligação de chapa de extremidade) + a 2ª ordem B1/B2 — é a sequência, e aí marco "pronto p/ auditoria"
2026-06-13 · Galpão de aço — mísula/haunch no joelho (NBR 8800 §5.4, seção variável): o 3º buraco do galpão, a PONTA governa

O 3º e último buraco da régua do galpão: a mísula no joelho (seção variável) — e o cálculo correto verifica a ponta, não só o joelho

  • ★ A MÍSULA (haunch) é um corte do próprio rafter soldado embaixo no joelho: a altura cresce p/ ≈ 2·dr no joelho e reduz até dr na PONTA (toe), ao longo de Lm ≈ L/10 (máx ~L/5). Resiste ao pico de momento no joelho E dobra o braço z da ligação de chapa de extremidade (#25) → MRd da ligação ~dobra
  • ★ A verificação é à flexão na SEÇÃO VARIÁVEL, reusando a flexão do aço (M-AÇO.1): MRd(x) = Z(x)·fy/γa1 por seção (FLM/FLA; FLT no joelho). ★★ O ponto delicado: M(x)/MRd(x) NÃO é máximo onde a altura é máxima — a ferramenta verifica VÁRIAS seções (joelho, meio, PONTA) e a CRÍTICA é tipicamente a PONTA: lá a altura já voltou ao rafter (MRd menor), mas o momento ainda é alto
  • ★ Validado por golden (categoria BO) recomputando à mão (rafter W460×60, fy=34,5, γa1=1,10): MRd na ponta = 1120·34,5/1,10 = 351 kN·m e no joelho ≈ 703 kN·m; com os momentos do solver, o aproveitamento na PONTA (0,94) supera o do joelho (0,68) → A PONTA GOVERNA, como o método prevê
  • ★ FLT no joelho: sob gravidade a mesa INFERIOR comprime e não é travada pelas terças → travar com mãos-francesas/stays, Lb entre travamentos (mesma lógica da terça #19, agora no rafter); uplift inverte
  • Z(x) = geometria do corte/catálogo, M(x) = solver — nunca inventados. Falha segura: 1 seção só → INCOMPLETO; sem M(x) → BLOQUEANTE; geometria fora de Lm≈L/10..L/5 → alerta. Análise com I(x) variável ou segmento prismático equivalente (v1). Card 🔺. +7 golden
  • ⚠ Com os 3 buracos do #26 fechados (ELS + Lx/Ly/Lb + mísula), falta só amarrar a tipologia: pórtico transversal + contraventamento (#21) + ligação por chapa de extremidade (#25), depois marco "pronto p/ auditoria"
2026-06-13 · Galpão de aço — comprimentos de flambagem separados Lx/Ly/Lb (NBR 8800 §5.3.3 + Anexo E): a coluna travada fora do plano pelas terças

O 2º buraco do galpão: a flambagem por EIXO — comprimentos diferentes em x (altura cheia) e y (travado pelas terças)

  • ★ O núcleo de compressão recebia UM único Ne (um eixo). Na barra real de galpão os comprimentos de flambagem são DIFERENTES: no plano do pórtico a coluna flamba na ALTURA TOTAL (eixo forte x, Kx·Lx); fora do plano é TRAVADA pelas terças/longarinas (eixo fraco y, Ly = espaçamento dos travamentos ≪ Lx)
  • barraGalpao calcula Nex = π²·E·Ix/(Kx·Lx)² e Ney = π²·E·Iy/(Ky·Ly)² (mais o torcional Nez da seção bissimétrica, §E.1.2, quando Cw/J/Lz informados) e usa o MENOR em λ0 = √(Q·Ag·fy/Ne); χ e Nc,Rd reusam a curva da NBR 8800 (única fonte de χ)
  • ★ O PONTO ONDE SE ERRA: quando o eixo fraco é bem travado (Ly pequeno), quem GOVERNA passa a ser o eixo FORTE (Lx). No exemplo (Ix=20000, Iy=4000 cm⁴), com travamento a cada 2,50 m → Nex=8056,8 < Ney=12633,1 → governa o forte (Nc,Rd≈1996 kN); a MESMA coluna SEM travamento (Ly=Lx) → Ney=1611,4 e Nc,Rd despenca p/ ≈1187 kN
  • ★ RAFTER SOB SUCÇÃO (uplift 1,0·G+1,4·W): a mesa INFERIOR fica comprimida e LIVRE (a telha trava só a superior) → delega à FLT (acoFlexao) com Lb = espaçamento dos travamentos da mesa inferior — a mesma lógica da terça sob sucção
  • ★ Validado por golden (categoria BN): Nex/Ney/Nez, o eixo governante, o reuso do χ e a queda do Nc,Rd sem travamento. Perfil (Ag, Ix, Iy) = catálogo (input), nunca inventado; sem os 2 comprimentos → INCOMPLETO (falha segura). Card 🏗️. +8 golden
  • ⚠ Continua o flagship: faltam a mísula/haunch no joelho e a montagem (pórtico transversal + contraventamento + ligação por chapa de extremidade). FRONTEIRA v2: ponte rolante+fadiga, múltiplos vãos, treliçado
2026-06-13 · Galpão de aço — início (flagship #2): ELS de deslocamento do pórtico (NBR 8800 Anexo C) + divisa Ex.8 travada

Começa o galpão de aço (flagship #2, com o concreto já 10/10): a verificação ELS de deslocamento do pórtico — e o último ● da gate-a (divisa)

  • ★ Com o concreto fechado a 10/10, começa o GALPÃO de aço de ponta a ponta. O núcleo já está no banco (vento por zonas, terça/sucção, formados a frio, base de pilar, esforços combinados); a varredura #26 definiu os buracos da régua
  • ★ 1º BURACO FECHADO — ELS de deslocamento (NBR 8800:2008 Anexo C, Tabela C.1, NORMATIVO): o análogo, no galpão, da flexão oblíqua do pilar (o núcleo fazia o ELU, faltava o ELS do pórtico). Limites: drift do topo dos pilares ≤ H/300 (s/ ponte rolante) ou H/400 (c/ ponte); terça ≤ L/180; viga de cobertura ≤ L/250 (vento). §C.3.4: com alvenaria, fissura na base ≤ 1,5 mm
  • ★ Validado por golden (categoria BM): drift H/300 e H/400, terça L/180, viga L/250 e a exigência da alvenaria. Deslocamentos = input da análise de serviço, nunca inventados; sem eles, INCOMPLETO (falha segura). Card 🏭
  • ★ Trava também o golden da DIVISA (Bastos Ex.8: N1=550, z=4,00, e1=0,50 → R′=628,6 kN) — o último ● exato da gate-a das fundações profundas
  • ⚠ O galpão é um flagship em construção: os próximos buracos (Lx/Ly/Lb separados; mísula no joelho) e a montagem (pórtico transversal + contraventamento + ligação por chapa) vêm na sequência. FRONTEIRA v2: ponte rolante+fadiga, múltiplos vãos, treliçado. +6 golden
2026-06-13 · Pilar de concreto — flexão composta OBLÍQUA §17.2.5 implementada (fecha o head-to-head: 55→62,8, último buraco do concreto)

O último buraco do concreto, fechado: o pilar biaxial agora é dimensionado pela flexão composta oblíqua (§17.2.5), não mais pelo pior eixo isolado

  • ★ O head-to-head (UFSC/Souza × Eberick) tinha mostrado o pilar uniaxial subestimando (55 vs 62,8 cm², −12,5%). Agora o pilar com momento nos DOIS eixos é dimensionado pela interação da NBR 6118 §17.2.5: (Md,x/MRd,xx)^α + (Md,y/MRd,yy)^α = 1, α = 1,2 (retangular)
  • ★ A CHAVE (cura o atalho que dava 1,17–1,26): MRd,xx/MRd,yy NÃO são o "MRdsec de 2 faces" — são o momento resistente em flexão NORMAL de cada eixo, com o mesmo Nd, por INTEGRAÇÃO da seção (parábola-retângulo + TODAS as barras do perímetro, compatibilidade de deformações, domínios 3/4/5). Itera o As até a interação fechar em 1,0
  • ★ Validado por golden (categoria BL): Bastos UNESP Ex.1 (18×50, C25, Nd=1250 → ν=0,78, μx=0,20, μy=0,05, As=30,5 cm²/ω=0,826) trava o método; P37/UFSC (25×55, C30, ν=1,28) SOBE de 55→~62,8 cm² (20ϕ20) — o buraco do head-to-head, fechado
  • No solve do edifício, o pilar biaxial é dimensionado automaticamente pela oblíqua (arranjo/d′ default declarado: 8 barras/4 cm, confirmar no detalhamento); o aviso PILAR_BIAXIAL virou INFO, listando os pilares
  • α (1,0/1,2) = norma, nunca inventado; perfil/arranjo/d′ = tabela/input. Md,x/Md,y já vêm com 2ª ordem (§15.8.3, que já batia: νd=1,28/Md,tot=119,42 exatos). +8 golden. Card 🟪. Fecha o cálculo do pilar lado a lado com Eberick/TQS
2026-06-13 · Pilar — aviso de flexão composta oblíqua/biaxial (falha segura; o uniaxial pode subestimar até a §17.2.2 entrar)

O head-to-head (UFSC/Souza × Eberick) achou o pilar uniaxial subestimando em silêncio — agora ele AVISA

  • ★ O head-to-head com exemplo publicado mostrou: viga (flexão) e a 2ª ordem do pilar (νd=1,28, Md,tot=119,42) batem EXATO; mas o As do pilar dava 55 cm² vs 62,8 do projeto real (−12,5%) — porque o pilar era dimensionado UNIAXIAL (pior eixo isolado), sem a flexão composta OBLÍQUA (Mx E My juntos)
  • ★ FALHA-SEGURA imediata: o cálculo agora DETECTA quando os 2 eixos têm momento acima do mínimo (e_mín §11.3.3.4.3) e EMITE UM AVISO (um agregado por projeto, listando os pilares) de que o dimensionamento é uniaxial e PODE subestimar — antes era silencioso
  • O aviso recomenda a verificação por flexão oblíqua (NBR 6118 §17.2.2) / software até a verificação biaxial entrar no kernel
  • ★ Validado por golden (categoria BK): pilar com momento nos 2 eixos → marcado biaxial + aviso ATENÇÃO citando a §17.2.2; e DISCRIMINA (vento numa só direção não dispara todos — sem falso positivo geral)
  • ⚠ É a falha-segura, NÃO a correção final. A verificação oblíqua completa §17.2.2 (expoente α, Mx,Rd/My,Rd com armadura no perímetro) é a próxima capacidade e entra quando o método verbatim + golden publicado forem bancados (não se inventa α). +4 golden
2026-06-13 · Fundações profundas — tubulão (σc do fuste com γc=1,6 do concreto simples, correção de segurança) + divisa (alavanca) travados

Gate-a fecha as 4 fundações: o tubulão e a divisa travados — e a verificação do tubulão pegou outra subestimação (concreto simples)

  • ★ CORREÇÃO DE SEGURANÇA no TUBULÃO: o fuste é de CONCRETO SIMPLES (não armado), mas a tensão admissível usava só o γc do concreto armado (1,4). Corrigido (v1.1): σc,adm = 0,85·fck/(γf·γc), γf=1,4 (carga) e γc=1,6 (concreto simples), sobre Nk → C20 = 7,59 MPa (a v1 dava 12,14, menos seguro). O erro era a favor da INsegurança
  • Df = √(4·Nk/(π·σc)) ≥ 0,70 m (mínimo construtivo a céu aberto); Db = √(4·Nk/(π·σadm)) (σadm do solo); base (tronco de cone) H = (Db−Df)/2·tan α, α ≥ 60° (base de concreto simples trabalha só à compressão)
  • ★ Validado por golden (categoria BJ) contra Alonso/Bastos: P=2750 kN, σadm=800 kPa, C20 → σc=7,59 MPa, Db=2,10 m, Df=0,70 m, H=0,866·(Db−Df)=1,21 m
  • A DIVISA (viga de equilíbrio): reação corrigida R′=N1·a/(a−e), momento da alavanca M=N1·e, alívio ΔR2=N1·e/(a−e) no pilar interno — método travado por golden (estática fechada). ⚠ Os dígitos do exemplo publicado de Bastos (Ex.8) aguardam os inputs completos (o método está travado; o número publicado, como nos demais casos de exemplo de tabela)
  • σadm/kv do solo = dados da sondagem (NBR 6489), nunca inventados → sem eles, INCOMPLETO. Com bloco + radier + tubulão + divisa travados, as 4 fundações profundas fecham o gate-a do concreto no kernel. +8 golden
2026-06-13 · Fundações profundas — bloco com a majoração de Blévot β=1,15 (correção de segurança) + radier vs Hetényi travados

Gate-a do concreto 10/10: a verificação das fundações profundas pegou uma subestimação da armadura do bloco — corrigida (mais segura) e travada

  • ★ CORREÇÃO DE SEGURANÇA: o tirante dos blocos de 2 e 3 estacas estava SEM a majoração de Blévot β=1,15 (a v1 subestimava a armadura em ~15%). Corrigido (v1.1): Rst = 1,15·Nd·(2e−ap)/(k·d) (k=8 p/ 2 estacas, 9 p/ 3). O erro era a favor da INsegurança; a correção AUMENTA a armadura
  • O bloco de 4 estacas usa a fórmula própria (k=16, SEM o 1,15) com a dimensão equivalente ap,eq = √(ap·bp) (pilar retangular → quadrado equivalente)
  • ★ Validado por golden (categoria BI) contra Bastos UNESP: 2 estacas (Nd=920,4, e=80, ap=30, d=45, C25) → As=8,79 cm², biela θ=54,16°, σc,pilar=2,33 kN/cm² ≤ limite; 4 estacas (Nd=1888,5, ap,eq=38,73, d=54) → As,lado=6,10 cm²
  • O RADIER reproduz Hetényi: w ≈ P·λ/(2·kv·B), λ=[kv·B/(4·Ec·I)]^¼, com Winkler p=kv·deslocamento — golden travado (~8%). ⚠ O M=P/4λ de Hetényi NÃO é reproduzido (o radier é PLACA/grelha, não viga 1D sob carga pontual — diferença declarada). kv/σadm = ensaio (NBR 6489), nunca inventados
  • Os goldens antigos do bloco (categoria Y) foram atualizados para o valor seguro (com o 1,15). FALTAM, p/ fechar as 4 fundações profundas (gate-a): TUBULÃO (fuste + cone ≥60°) e DIVISA (viga de equilíbrio R′=R·a/(a−e)), aguardando o banco. +7 golden
2026-06-13 · Aço — quantitativo metálico v1 — lista de material / peso real do galpão (massa linear NBR 6355)

O peso real do galpão em aço: o equivalente do quadro de ferros do concreto, com a massa linear da tabela NBR 6355

  • Por peça dimensionada (perfil, terça, depois coluna/rafter): peso = MASSA LINEAR (kg/m) × COMPRIMENTO × QUANTIDADE; agrupa por perfil (peso e comprimento por grupo, com a marcação P1/T1…) e soma o PESO TOTAL da estrutura
  • ★ A massa linear é VALOR DE TABELA da NBR 6355 (mesma tabela do perfil) — NUNCA inventada. Peça sem massa linear/comprimento/quantidade fica INCOMPLETA: não é somada nem estimada (falha segura)
  • ★ HONESTIDADE NO ORÇAMENTO: o total CARREGA o aviso das peças incompletas — um número que vai ao orçamento e pode ficar abaixo do real é declarado, não escondido (igual ao quadro de ferros do concreto)
  • ★ Validado por golden (categoria BH) recomputando à mão: peso por peça, agrupamento por perfil (T1+T2 do mesmo Ue → 14 peças, 743,4 kg), peso total (893,4 kg), peça sem massa linear incompleta e o aviso do total
  • Reusa o padrão da fiação automática (rebarSchedule) do concreto. Independe do pórtico (#21): entrega já o peso real com o perfil + a terça no ar. FORA DO ESCOPO (v1): chapas de ligação/parafusos/soldas (acréscimo % de projeto). +8 golden. Card 🔩 aba "Quantitativo metálico"
2026-06-12 · Aço — terça de galpão v1 (M-AÇO.10) — NBR 14762:2010 (flexão oblíqua + interação linear §9.9 + sucção)

A terça de galpão: flexão oblíqua na inclinação do telhado, interação LINEAR (≠ 8/9 da 8800) e o caso da SUCÇÃO que os calculistas esquecem

  • DECOMPOSIÇÃO na inclinação θ: a gravidade vira qy = q·cosθ (eixo FORTE → Mx = qy·L²/8, L = espaçamento dos pórticos) e qx = q·senθ (eixo FRACO → My = qx·Lt²/8). O vento (sucção, normal ao plano) entra SÓ no Mx
  • ★ INTERAÇÃO §9.9 é LINEAR: Mx,Sd/Mx,Rd + My,Sd/My,Rd + NSd/NRd ≤ 1,0 — uma SOMA SIMPLES, NÃO o fator 8/9 da NBR 8800 §5.5.1.2 (copiar do laminado subestimaria = inseguro). Mc,Rd à flexão reusa o formado a frio (§9.8: escoamento + distorcional Winter + FLT)
  • TIRANTE/linha de corrente reduz SIMULTANEAMENTE o vão de My (Lt = L/(n+1): L, L/2, L/3) E o Lb da FLT (Lb = Lt); acumula por tração a componente qx das terças até a cumeeira
  • ★★ SUCÇÃO (uplift) — RODADA SEMPRE: sob gravidade a mesa SUPERIOR é travada pela telha (sem FLT); sob sucção o momento INVERTE → a mesa INFERIOR fica comprimida e LIVRE → governa a flambagem lateral-distorcional (Lb = entre tirantes, Mx,Rd menor). É onde os calculistas erram e os concorrentes web não cobrem. Anti-sag quando governa. ELS: flecha ≤ L/180
  • ★ Validado por golden (categoria BG) recomputando à mão: decomposição E-1 (θ=10°, w=0,75, L=6, 1 tirante → qy=0,739, Mx=3,32 kN·m, My=0,146 — vs 0,585 sem tirante); interação linear (≠ 8/9); Mc,Rd à flexão do Ue 200×75×25×3,0 (1158,4 kN·cm, distorcional governa); caso da sucção com mesa inferior livre
  • FORA DO ESCOPO (v1): terça contínua (Gerber), treliçada, telha como diafragma pleno, perfil Z com overlap. Perfil = tabela NBR 6355; Mdist/Mc,Rd,FLT por CUFSM/catálogo (ausente → "verificar", falha segura). +14 golden. ⚠ Núcleo de cálculo; o número final da interação (TCC UTFPR 0,86) cruza quando o perfil for extraído
2026-06-12 · Aço — formados a frio v1 (M-AÇO.9) — NBR 14762:2010 (MLE Winter + distorcional + Nc,Rd)

Começa a Phase 2 (aço de galpão): os perfis formados a frio e a flambagem DISTORCIONAL que a NBR 8800 não trata

  • O que a 8800 NÃO faz: a flambagem DISTORCIONAL (§9.7.3, forma de Winter) — própria das chapas finas dobradas a frio. Nc,Rd à compressão = MENOR entre (1) global+local χ·Aef·fy/1,10 e (2) distorcional χdist·Ag·fy/1,10
  • LOCAL = MLE de Winter (§9.2): bef = b se λp ≤ 0,673, senão b·(1−0,22/λp)/λp, com σcr = k·π²E/[12(1−ν²)(b/t)²] (k = 4,0 AA / 0,43 AL; E = 20000; ν = 0,3) → Aef = Ag − Σ(b−bef)·t. GLOBAL = a curva χ da NBR 8800 reusada (λ0 = √(Aef·fy/Ne))
  • DISTORCIONAL = χdist de Winter: 1,0 se λdist ≤ 0,673, senão (1−0,22/λdist)/λdist, λdist = √(A·fy/Ndist). ★ γ = 1,10 (escoam./flamb.) e 1,35 (ruptura) — IGUAIS à 8800 (a divergência 1,20/1,65 foi refutada, banco #17). Tração: menor(Ag·fy/1,10; Ct·An·fu/1,35)
  • ★ Validado por golden (categoria BF) recomputando à mão: alma Ue 100×2,0 mm, k = 4 → σcr = 28,92, λp = 0,930, bef = 82,1 mm (gabarito); χdist Winter (λdist = 1,00 → 0,78); γ = 1,10/1,35; χ reusa a 8800; Nc,Rd = menor(global+local ; distorcional)
  • ★ SEGURANÇA: Ndist (distorcional crítica elástica) NÃO tem fórmula fechada na 2010 → de CUFSM/GBTUL ou dispensa D/bw; ausente → marca "verificar distorcional" (não dispensa em silêncio). Perfil (Ag, b, t) e k = tabela NBR 6355, nunca inventados
  • FORA DO ESCOPO (v1): FLT detalhada, ligações de chapa fina, Método das Seções Efetivas (§9.3) e MRD/DSM (Anexo C — outra curva distorcional). +13 golden. ⚠ Núcleo de cálculo; o Nc,Rd publicado (Ue 250×100×25×2,65) será cruzado quando extraído
2026-06-12 · Flecha da laje nervurada — Branson na seção T (graduação)

A última peça da flecha rigorosa: a laje nervurada deixa o multiplicador fixo e ganha o Branson na seção T

  • Antes a nervurada usava (1 + 2,0) FIXO para fissuração + fluência; agora usa o MESMO Branson da maciça — (EI)eq = Ecs·[(Mr/Ma)³·Ic,T + (1−(Mr/Ma)³)·III,T] — mas na seção T (mesa bf = s × hf + alma bw)
  • Ic,T = inércia bruta da T (a mesma do MEF, casa com a flecha elástica); III,T = T fissurada (LN na mesa se x ≤ hf, na alma se x > hf); Mr usa α = 1,2 (seção T). A fluência reusa o ξ(t) graduado
  • ★ SEGURANÇA: quando a nervura FISSURA, Ieq < Ic → a flecha CRESCE acima de elástica·3 (o (1+2,0) fixo subestimava). Quando NÃO fissura, o fator volta a 3,0 — idêntico ao anterior, sem mudar a flecha já calculada
  • ★ Validado por golden (categoria BE): Ic,T = I_T do MEF; T sem fissurar → fator 3,0; T fissurada → fator > 3
  • FORA DO ESCOPO (v1): nervura com fôrma cerâmica perdida. +8 golden. ★ Fecha a flecha rigorosa em todos os tipos de laje (maciça/lisa/nervurada)
2026-06-12 · Flecha diferida — fluência graduada por ξ(t) (NBR 6118 §17.3.2.1.2)

A fluência da flecha, graduada pela idade: o coeficiente ξ(t) no lugar do Δξ fixo, com a armadura de compressão aliviando

  • a∞ = ai·(1+αf), αf = Δξ/(1+50·ρ′), Δξ = ξ(t) − ξ(t0). ★ ξ(t) = 0,68·0,996^t·t^0,32 (t ≤ 70 meses) ou 2 (t > 70), com t em meses — antes Δξ era fixo em 2 (= t0 → 0, t → ∞, conservador); agora gradua pela idade do carregamento
  • A armadura de COMPRESSÃO ρ′ = As′/(b·d) reduz a flecha diferida (o 1 + 50·ρ′). Compara com ℓ/250 (Tab.13.3). O default conservador (sem t0/t) continua disponível — a flecha já calculada não muda
  • ★ A RIGIDEZ de Branson (o (EI)eq da seção fissurada, estádio II) NÃO mudou — já estava validada; só a parcela da fluência foi graduada
  • ★ Validado por golden (categoria BD) recomputando à mão o Golden B (laje, ρ′ = 0, t0 = 1 mês, t → ∞): ξ(1) = 0,68, ξ(∞) = 2 → αf = 1,32 e a∞ = ai·2,32
  • FORA DO ESCOPO (v1): laje 2 direções fissurada, protendida, vigas contínuas. +14 golden. ★ 3ª e última das graduações do concreto
2026-06-12 · Punção graduada — golden travado vs banco (NBR 6118 §19.5)

A punção em laje, graduada e travada por golden contra o banco: contornos C/C′/C″, τSd vs τRd e armadura

  • Contorno C (face) = esmagamento da biela: τSd = FSd/(u·d) ≤ τRd2 = 0,27·αv·fcd (αv = 1−fck/250). Contorno C′ (a 2d, u = 2(C1+C2)+4πd) = tração diagonal: τSd ≤ τRd1 = 0,13·(1+√(20/d))·(100ρfck)^⅓
  • ★ √(20/d) com d em CENTÍMETROS (não √(200/d)); ρ = √(ρx·ρy) (média geométrica). Se τSd(C′) > τRd1, arma-se (τRd3, fywd ≤ 300, sr ≤ 0,75d) e verifica-se o C″. Momento: τSd += K·MSd/(Wp·d), K da Tab.19.2
  • ★ Validado por golden (categoria BC) contra o banco recomputado à mão (pilar 40×40, d=16, C25, FSd=600, ρ=0,01): C τSd = 2344 < τRd2 = 4339 (biela OK); C′ τSd = 1039 > τRd1 = 805 kPa (requer armadura). A v1 produz o golden EXATO — verificação, não reescrita
  • A punção GOVERNA na laje lisa (§14.7.8) — ruína frágil que escala ao RISCO/BLOQUEANTE. Card executivo standalone (contornos, τSd/τRd, armadura, status)
  • FORA DO ESCOPO (v1.1): furo próximo, laje protendida, perímetro reduzido detalhado de borda/canto. +12 golden. ★ 2ª das 3 graduações p/ o concreto inteiro (falta a flecha Branson)
2026-06-12 · Pilar — 2ª ordem local (pilar-padrão §15.8.3 + M1d,mín §11.3.3.4.3)

A esbeltez no momento do pilar: o pilar-padrão com curvatura e rigidez κ, momento mínimo e dispensa por λ1

  • ESBELTEZ λ = 3,46·le/h decide: λ ≤ λ1 = (25 + 12,5·e1/h)/αb (35 ≤ λ1 ≤ 90) → 2ª ordem local DISPENSADA; senão, entra a curvatura. ★ λx e λy verificados SEPARADAMENTE
  • CURVATURA (§15.8.3.3.2, λ ≤ 90): Md,tot = αb·M1d,A + Nd·(le²/10)·(1/r), 1/r = 0,005/(h·(ν+0,5)) ≤ 0,005/h, ν = Nd/(Ac·fcd). RIGIDEZ κ (§15.8.3.3.3) alternativa, iterativa (par κ↔Md,tot consistente). αb: 1,0 com cargas transversais/M1d,mín; biapoiado 0,60+0,40·MB/MA ∈ [0,40;1,0]
  • MOMENTO MÍNIMO §11.3.3.4.3: M1d,mín = Nd·(1,5+0,03·h) [h em cm] — o M1d,A nunca é menor (segurança)
  • ★ Validado por golden (categoria BB) recomputando à mão o Bastos Ex.1 (20×50, C30, le = 280, Nk = 1000): Nd = 1400, λy = 48,5, ν = 0,653, M1d,mín = 2940, e2 = 1,70 → Md,tot = 5319 kN·cm (gabarito 5326 arredonda ν). O Md,tot alimenta a flexo-compressão (As)
  • ★ 2ª ordem LOCAL ≠ GLOBAL (γz, §15.5.3). FORA DO ESCOPO: λ > 140 e fluência (§15.8.4). +16 golden
2026-06-12 · Reservatórios + muros de arrimo — paredes sob empuxo (NBR 6118:2014 + Rankine)

As paredes que resistem a empuxo: o reservatório (água) e o muro de arrimo (terra) — o último item de cobertura da cauda

  • RESERVATÓRIO: pressão hidrostática p = γágua·h (triangular, máx na base). Parede como CONSOLA: M_base = γágua·h³/6. ★ ESTANQUEIDADE: o limite de fissura aperta para wlim = 0,2 mm (ou ELS-F/ELS-D), mais restritivo que a laje comum (0,3); armadura em DUPLA FACE (reusa o módulo de fissuração)
  • MURO DE ARRIMO (Rankine): Ea = ½·Ka·γ·H² (a H/3), Ka = tg²(45−φ/2); sobrecarga Ka·q·H (a H/2). ESTABILIDADE: FS ao tombamento e ao deslizamento ≥ 1,5; σ ≤ σadm; ★ SEM TRAÇÃO na base (resultante no terço médio, e ≤ B/6). As da cortina/sapata reusa §17.2.2
  • ★ Validado por golden (categoria BA) recomputando à mão: reservatório h = 3 → M_base = 45 kN·m/m; muro H = 3, γ = 18, φ = 30°, q = 8 → Ka = 0,333, Ea = 35,0, M_tombamento = 39,0 kN·m/m
  • ★ FALHA SEGURA: e > B/6 (tração na base) ou FS < 1,5 → REPROVA. Rankine v1 (Poncelet/Coulomb = variante); γ/φ/σadm = tabela/ensaio, nunca inventados
  • FORA DO ESCOPO (v2): empuxo passivo, muro de gravidade, lençol freático, sísmica (Mononobe-Okabe), reservatório enterrado, tampa/fundo/juntas. +16 golden. ★ Fecha a COBERTURA da cauda do concreto
2026-06-12 · Escadas — lance + patamar (NBR 6118:2014 + NBR 6120:2019)

A escada do prédio: laje armada inclinada com o peso real dos degraus, sobrecarga certa e o detalhe do canto reentrante

  • v1 = lance reto bi-apoiado armado longitudinalmente. ★ Cargas na PROJEÇÃO HORIZONTAL: peso do lance g = γc·(h_laje/cosα + e/2) — o e/2 são os degraus triangulares; cosα = p/√(p²+e²). Patamar = γc·h_laje
  • ★ Sobrecarga NBR 6120:2019 Tab.10: residencial 2,5 / acesso público/comum 3,0 kN/m² — NÃO 5 (arquibancada; o card avisa se receber ≥ 5). M = q·ℓ²/8; o As reusa a flexão §17.2.2 (+ distribuição ≥ 20% e ρmín)
  • ★ CANTO REENTRANTE (lance↔patamar): NUNCA barra única dobrando pelo canto (a resultante das trações aponta para fora e lasca o cobrimento) — barras CRUZADAS prolongadas e ancoradas; o card sempre marca a regra
  • ★ Validado por golden (categoria AZ) recomputando à mão: h_laje = 12, e = 17, p = 30 → cosα = 0,870, h_m = 0,2229 m, g_lance = 5,57 kN/m². Cargas/geometria = tabela/input, nunca inventadas
  • FORA DO ESCOPO (v2): balanço, armada transversalmente (viga-jacaré), patamar intermediário, helicoidal. +12 golden. ★ Mais um item da cauda do concreto — todo edifício tem escada
2026-06-12 · Fissuração ELS-W — abertura de fissura wk (NBR 6118:2014 §17.3.3.2)

A verificação de durabilidade que faltava: a abertura de fissura wk, comparada com o limite por classe de agressividade

  • wk = MENOR entre wk1 = (φ/(12,5·η1))·(σsi/Esi)·(3·σsi/fctm) e wk2 = (φ/(12,5·η1))·(σsi/Esi)·(4/ρri + 45) — coeficientes VERBATIM (12,5/3/4/45)
  • η1 = conformação superficial (lisa 1,0 / entalhada 1,4 / nervurada CA-50 2,25). ★ Esi = 210 GPa (NBR, NÃO 205 do Eurocode). fctm = 0,3·fck^(2/3). ρri = As,i/Acri (envolvimento a ≤ 7,5·φ do eixo da barra)
  • σsi vem do ESTÁDIO II (seção fissurada, combinação frequente): σsi = αe·M_freq·(d−x2)/I2 — reaproveita o ELS/flecha; se M_freq ≤ Mr não fissura (wk não se aplica)
  • wlim (Tab.13.4, armado, frequente): CAA I = 0,4 mm; CAA II/III/IV = 0,3 mm. wk > wlim = RISCO (reduzir tensão/seção)
  • ★ Validado por golden (categoria AY) recomputando à mão: φ12,5 CA-50, C25, σsi = 200, ρri = 0,025 → wk = 0,087 mm < 0,3 OK. Usa a fórmula da NBR (não a do Eurocode). +13 golden. Mais um item da cauda do concreto (durabilidade)
2026-06-12 · Laje lisa EXECUTIVA — pórticos múltiplos §14.7.8 + colapso progressivo §19.5.4 (NBR 6118:2014)

A laje lisa deixa de ser estimativa: o momento vira o do método dos pórticos múltiplos, distribuído nas faixas, com colapso progressivo

  • ★ GRADUAÇÃO de ESTIMATIVA → EXECUTIVO: o momento da laje lisa não é mais o do MEF de grelha (que subestima pela singularidade no apoio pontual). Agora é o método dos PÓRTICOS MÚLTIPLOS (§14.7.8): o momento estático total M0 = qd·l2·ln²/8 (Nichols, exato) distribuído nas faixas
  • FAIXAS (Fig 14.9): externa (dos pilares) = L2/4 cada lado · interna (central) = L2/2. DISTRIBUIÇÃO verbatim: POSITIVO 45% interna / 27,5% cada externa ; NEGATIVO 25% interna / 37,5% cada externa (o negativo concentra nas faixas dos pilares — pico sobre o apoio)
  • PUNÇÃO §19.5 (já no Kernel) GOVERNA no pilar. Armadura contra COLAPSO PROGRESSIVO §19.5.4: fyd·As,ccp ≥ 1,5·FSd (FSd com γf=1,2) — ★ a edição 2014 tem o fator 1,5 (a 2003 não tinha)
  • ★ Validado por golden (categoria AX) recomputando à mão: M⁻=150 → 56,25 cada externa / 37,5 interna ; M⁺=90 → 24,75 cada externa / 40,5 interna ; colapso FSd=600 → As,ccp = 20,7 cm². Percentuais e fator 1,5/γf=1,2 = norma, nunca inventados
  • FORA DO ESCOPO (declarado): laje lisa PROTENDIDA e grelha muito irregular (→ MEF). O MEF segue dando o campo elástico, a reação (punção) e a flecha. +18 golden. ★ A laje lisa vira executiva — o concreto avança da "pórtico convencional" para a cauda completa
2026-06-12 · Aço — base de pilar v1 (M-AÇO.8) — placa de base (NBR 6118 §21.2.1 + AISC DG1)

O pilar metálico "pousa" na fundação: placa de base à compressão centrada e com momento, pressão no concreto e tração no chumbador

  • ★ ESCOPO DECLARADO: a NBR 8800 é silenciosa em placa de base — a pressão no concreto vem da NBR 6118 §21.2.1 (σc,Rd = 0,85·fcd·√(A2/A1), cap √≤2,0), a flexão da placa de Thornton (Bellei/CBCA: c = max(m, n, n′), n′ = √(d·bf)/4) e a base com momento do AISC Design Guide 1. A fonte estrangeira é declarada onde a NBR cala
  • COMPRESSÃO CENTRADA: espessura t = 1,49·c·√(q/fy), com q = Nsd/Ap e 1,49 = √(2·γa1). COM MOMENTO (galpão): e = Msd/Nsd; contato parcial Y (menor raiz da quadrática do AISC); tração no chumbador Tu = q·Y − Nsd só se Tu > 0 (entra no §6.3); espessura = maior entre lado comprimido e tracionado
  • ★ Validado por golden (categoria AW) contra Bellei/CBCA (W310×117: n′ = 7,76 cm governa; W150×22,5: t = 0,79 cm) e o AISC Engineering Journal (W12×65 com momento: e = 11,08, Y = 2,27, há tração no chumbador) — recompute à mão
  • FALHA SEGURA: placa pequena demais para o momento (discriminante < 0) = BLOQUEANTE (aumentar); pressão q > σc,Rd = RISCO (esmagamento do concreto); sem dados = INCOMPLETO. Dimensões = tabela/input, nunca inventadas
  • ⚠ Núcleo de cálculo (fonte AISC DG1 declarada). Com a base, o pilar de aço fecha o caminho do cálculo: barra → ligação → base na fundação. +18 golden
2026-06-12 · Aço — ligações v1 (M-AÇO.6) — NBR 8800:2008 §6 (parafusos + soldas)

A ligação metálica entra: parafusos (§6.3) e solda de filete (§6.2.6) pela regra do menor vs metal-base (§6.5)

  • PARAFUSOS §6.3: tração (0,75·Ab·fub/γa2), corte (0,40 rosca no plano / 0,50 fora, por plano; A307 sempre 0,40), esmagamento da chapa (menor entre rasgamento 1,2·lf·t·fu e esmagamento 2,4·db·t·fu) e a interação tração+corte elíptica §6.3.3.4. O fub vem da Tabela A.3 (A325 cai de 825 para 725 MPa acima de 1") — valor de tabela
  • SOLDA de filete §6.2.6: a resistência por cm é a REGRA DO MENOR (Tabela 8) entre o metal da solda (0,60·fw·0,707·b/γw2) e o metal-base §6.5 (na face de fusão: 0,60·fy·t/γa1 escoamento, 0,60·fu·t/γa2 ruptura). O §6.5 ainda traz a tração do elemento (fy·Ag/γa1; fu·Ae/γa2, Ae ≤ 0,85·Ag) e o block shear §6.5.6
  • ★ Validado por golden (categoria AV) contra o Manual Gerdau (A325 ¾": Ft,Rd = 130,6 kN, Fv,Rd = 69,7 kN) e o recompute à mão dos dois ramos da solda (D-1 solda governa 7,62 kN/cm; D-2 metal-base governa 6,48 kN/cm) e do block shear (222,2 kN)
  • ★ γ por estado-limite (escoamento 1,10; ruptura 1,35); a NBR 8800:2008 NÃO adota o fator β de filete longo do AISC — não importado. Materiais = tabela/input, nunca inventados; sem material → INCOMPLETO (falha segura)
  • ⚠ Núcleo de cálculo (não graduado a executivo); ed. 2008. O cálculo de barra do aço está completo — faltam só o detalhamento e a prancha p/ graduar. +21 golden
2026-06-12 · Aço — flambagem local Q = Qs·Qa v1 (M-AÇO.4) — NBR 8800:2008 Anexo F

A seção esbelta deixa de ficar fora do escopo: o fator Q reduz a compressão pela flambagem local, validado vs exemplo publicado

  • O fator Q = Qs·Qa (Anexo F, normativo, ed. 2008) entra DUAS vezes na compressão: em Nc,Rd = χ·Q·Ag·fy/γa1 E dentro de λ0 = √(Q·Ag·fy/Ne) — reusando o χ/Ne/Nc,Rd do núcleo M-AÇO.1, que foi destravado (antes Q<1 era "fora do escopo")
  • Qs (elementos apoiado-livre: mesas, cantoneiras, alma de T) por fórmula fechada por grupo da Tabela F.1 (G3/G4/G5 com kc/G6); múltiplos elementos → adota-se o MENOR Qs. Qa (apoiado-apoiado: almas de I/H/U, tubos) pela largura efetiva bef = 1,92·t·√(E/σ)·[1−(ca/(b/t))·√(E/σ)] ≤ b, com σ=fy (conservador) → Qa = Aef/Ag. Tubo circular pela fórmula fechada §F.4
  • ★ Validado por golden (categoria AU) contra o exemplo PUBLICADO W310×21,0 (apostila UFPR): Qa = 0,88, bef = 23,04 cm, Aef = 24,06 cm² — recomputados à mão, dígito a dígito
  • FALHA SEGURA: bef ≤ b e Q ≤ 1 sempre; seção exótica (elemento fora dos grupos tabelados) = INCOMPLETO, não inventa coeficiente. Os (b/t)lim e a propriedade de perfil = tabela/input
  • ⚠ Núcleo de cálculo (não graduado a executivo); ed. 2008 (a NBR 8800:2024 eliminou o Q). +18 golden
2026-06-12 · Raios de dobra reais v1 (GAP 3) — NBR 6118 §9.4.2.3/§9.4.6.1 · ★ CONCRETO SUPERA 100%

O gancho deixou de ser "padrão genérico": vira o desenvolvimento REAL (ponta reta + arco sobre o pino) — e fecha o concreto

  • O acréscimo de cada gancho passou a ser PONTA RETA + ARCO sobre o pino de dobramento: D por tipo/bitola (longit 5φ/8φ; estribo 3φt/5φt/8φt), ponta reta pelo ângulo (longit 180°≥2φ/90°≥8φ; estribo 90°≥máx(10φt;7cm)/semicirc≥máx(5φt;5cm)), arco s=(D/2+φ/2)·θ
  • Validado contra o gabarito: gancho longitudinal 180° φ10 = 11,4 cm; estribo 90° φt6,3 = 9,0 cm. O quadro de ferros do pilar e a malha da fundação já usam esse comprimento real (não mais ≈10φ)
  • ★★ COM ISTO O CONCRETO SUPERA 100% (zero asterisco): Gap 1 (grampos antiflambagem §18.2.4 + φt + emenda) ✅ · Gap 2 (As′ da armadura dupla somado) ✅ · Gap 3 (raios de dobra reais) ✅. A 1ª tipologia — concreto armado — calcula, dimensiona (As provado), detalha com comprimentos reais, quantifica o aço real e desenha
  • Valores de norma, nunca inventados; CA-60 e gancho 90° em barra lisa seguem fora do escopo. Validado por golden (categoria AS). +4 golden
2026-06-11 · Aço — esforços combinados v1 (M-AÇO.2) — NBR 8800:2008 §5.5.1.2 + Anexo D + §5.4.3

A barra metálica sob flexo-compressão/tração, 2ª ordem (B1/B2) e cortante — a continuação do núcleo do aço

  • FLEXO-COMPRESSÃO/TRAÇÃO §5.5.1.2: equação de interação nos dois ramos (NSd/NRd ≥ 0,2 com 8/9; < 0,2 com fator 2), reusando Nt,Rd/Nc,Rd e Mx,Rd/My,Rd do M-AÇO.1
  • 2ª ORDEM (Anexo D): B1 = máx(1; Cm/(1−NSd/Ne)), Cm = 0,60 − 0,40·(M1/M2), tração → B1=1; e a amplificação global B2
  • CORTANTE §5.4.3: Vpl = 0,60·Aw·fy (Aw=d·tw) nos três regimes por λ = hw/tw (★ hw = altura da ALMA, ≠ d), λp/λr com kv=5,0
  • ★ M-V SEM interação para I/H/U (§5.4.1.3, testes separados) — não se inventa interação
  • Validado por golden (categoria AT) recomputando o método à mão; propriedade de perfil = tabela/input, nunca inventada. Núcleo de cálculo (não graduado). +17 golden
2026-06-11 · Aço transversal do pilar v1 (GAP 1) — grampos §18.2.4 + emenda §9.5.2.4 + φt mín §18.4.3

Premissa corrigida: o estribo do pilar não subestima por "confinamento" (isso é sísmico) — e sim por grampos e emenda, agora somados

  • ★ CORREÇÃO DE PREMISSA (deep-research verbatim 3-0): a NBR 6118 (estática) NÃO densifica estribo por confinamento no §18.4.3; confinamento volumétrico é da NBR 15421 (sísmico), fora do escopo. O quantitativo subestimava por OUTRAS razões — agora modeladas
  • (3) GRAMPOS ANTIFLAMBAGEM §18.2.4 (a maior causa): barras longitudinais interiores além de 20·φt de um canto exigem perna transversal extra (grampo), somada na altura toda — o pilar com barras interiores ganha o aço que antes era ignorado
  • (2) φt MÍNIMO §18.4.3: φt ≥ máx(5mm; φlong/4) — se violado (ex.: φlong=32 → φt≥8), o estribo é elevado de bitola (erro a favor da segurança)
  • (4) EMENDA §9.5.2.4: na barra comprimida, +1 barra transversal 4φ além de cada extremidade da emenda. Concentração nos terços extremos = posicionamento (refino)
  • Aviso corrigido (cita §18.2.4/§9.5.2.4 e a NBR 15421 sísmica fora do escopo, não mais "confinamento §18.4.3"). Validado por golden (categoria AR), no-op para o pilar comum (regressão intacta). +9 golden
2026-06-11 · Armadura dupla — As′ no quadro de ferros v1 (GAP 2) — NBR 6118

O quantitativo da viga com armadura dupla para de subestimar: o As′ de compressão é detalhado e somado

  • Quando a viga exige ARMADURA DUPLA (x/d > 0,45), a armadura de COMPRESSÃO As′ (já calculada no dimensionamento à flexão) agora é DETALHADA (pickBars) e SOMADA ao quadro de ferros — antes só a tração entrava e o peso subestimava
  • Comprimento REAL do As′ = vão + ancoragem nas duas pontas, REUSANDO a ancoragem em compressão do §9.4 (módulo 1a) — não reimplementa
  • ★ HONESTIDADE: o PESO já não subestima aqui; permanece declarado como conservador (refino futuro) apenas o POSICIONAMENTO/curtailment do As′ (v1 leva a barra do vão inteiro)
  • FALHA SEGURA: viga reprovada (taxa > 4% mesmo com dupla) continua fora do quadro; sem As′ disponível, não inventa
  • Validado por golden (categoria AQ): viga dupla com As′ no quadro, bitola somada, comprimento = vão + 2·ancoragem, e dúctil sem As′. +8 golden
2026-06-11 · Estrutura metálica — núcleo de cálculo v1 (M-AÇO.1) — NBR 8800:2008

A 1ª tipologia além do concreto: tração, compressão (curva χ) e flexão (FLT/FLM/FLA) da NBR 8800

  • TRAÇÃO §5.2 (menor entre escoamento da bruta e ruptura da líquida), COMPRESSÃO §5.3 (Ne de Euler → λ0 → curva χ nos dois ramos 0,658^λ0² / 0,877·λ0⁻²), FLEXÃO §5.4/Anexo G (Mrd = min FLT/FLM/FLA; Mpl/γa1 compacta, transição, Mcr; teto 1,5·W·fy/γa1)
  • ★ Validado contra GABARITOS PUBLICADOS (UFPR/Argenta), recomputados à mão — método GERAL, nunca decorado: T1 56,82 · C1 95,8 (λ0>1,5) · C2 937 (λ0≤1,5) · F1 477,3 · F2 105,68 (golden categoria AP + 5 casos no cross-check público)
  • ★ HONESTIDADE: propriedades de perfil (Ag, I, Z, W, λ) e aços = valores de TABELA/INPUT, NUNCA inventados; seção esbelta (Q<1) e FLT não-compacta sem J/Cw = FORA DO ESCOPO/INCOMPLETO; Q=1,0 só compacto e Cb=1,0 conservador (erra a favor da segurança)
  • ⚠ É NÚCLEO DE CÁLCULO v1 — NÃO graduado a executivo: faltam ligações, flexo-compressão, detalhamento e prancha (próximos, no mesmo template do concreto). Só gradua quando validado de ponta a ponta
  • G=7700 kN/cm² (não 7000, erro da ed.1986). +16 golden, +5 cross-check
2026-06-11 · Dimensionamento à flexão (As) + armadura dupla v1 (P2) — a PROVA do pipeline esforço → As

Fecha a prova do dimensionamento: As validado vs gabarito publicado + γf=1,4 provado no cross-check + segurança da ductilidade

  • As pela NBR 6118 §17.2.2 (bloco αc·λ, As=Md/(z·fyd)) validado contra GABARITO PUBLICADO (Bastos/UNESP: Md=140, d=47 → As=8,10 cm²), recomputado à mão — método GERAL, nunca decorado (golden categoria AO)
  • ★ SEGURANÇA (ductilidade §14.6.4.3): x/d > 0,45 → a armadura SIMPLES é inválida (domínio 4: o aço não escoa e SUBESTIMA) → resolve por ARMADURA DUPLA (As′ de compressão); taxa > 4% mesmo com dupla → REPROVA a seção. O pipeline nunca aprova viga não-dúctil nem usa o As inseguro calado
  • ★ CROSS-CHECK público PROVA o γf=1,4 ponta a ponta: o mesmo modelo rodado com γf=1,0 dá Mk; Md/Mk = 1,4 (se o pipeline esquecesse, o As sairia ~1/1,4 baixo, inseguro). +3 casos no placar (29 cross-check)
  • O guard de rótulo passou a varrer também os LITERAIS de runtime do kernel/engine (Copiloto/memorial), fechando o ponto cego que o guard de HTML não via
  • Validado por golden (categoria AO). +9 golden. ★ FECHA a prova de ponta a ponta do concreto: calcula → dimensiona (As provado + seguro) → detalha → quantifica → desenha → PROVA
2026-06-11 · Prancha executiva v1 (P1.1h) — fôrma + armaduras + quadro de ferros (o "voltou em prancha")

O último tijolo: a prancha executiva do concreto — fôrma + armaduras reais + quadro de ferros + carimbo

  • Junta o que já existe (não reimplementa): planta de FÔRMA cotada (M3), ARMADURAS com os comprimentos REAIS (viga/pilar/laje/fundação, passos 1c–1f), QUADRO DE FERROS com o peso REAL por bitola (1g) e CARIMBO ABNT (NBR 6492/10068) com autor/ART em branco
  • Exporta PDF plotável + DXF (camadas)
  • ★ SELO passa a PROJETO EXECUTIVO — para revisão e ART do engenheiro (não mais um arranjo de estudo), pois agora há cálculo + comprimentos reais + quadro; MAS carregando as RESSALVAS honestas visíveis (tipologia fora do escopo) — o refino fino é declarado
  • FALHA SEGURA: elemento sem dimensionamento aparece como INCOMPLETO (não desenha/soma ferro inventado); sem detalhamento, a prancha é bloqueada. A ART é ato humano do engenheiro
  • Validado por golden (categoria AN). +9 golden. ★ FECHA o detalhamento executivo do concreto de ponta a ponta: calcula → dimensiona → detalha → quantifica → DESENHA
2026-06-11 · Tabela de ferros v1 (P1.1g) — fiação automática: peso REAL do prédio inteiro (NBR 6118)

A fiação automática: o detalhamento detalha o PRÉDIO e soma o peso REAL de aço por bitola

  • Para CADA elemento do modelo resolvido (viga, pilar, laje, fundação), a tabela CHAMA a função de barra respectiva (beamBars/columnBars/slabBars/foundationBars) com os dados REAIS — As, seção, vão, VSd/Vc — reuso, não reentrada
  • Agrupa por bitola e soma o PESO REAL: kg = Σ(comprimento_real × nº × Ø²/162) — o quantitativo de VERDADE, no lugar da estimativa kg/m
  • ★ HONESTIDADE NO ORÇAMENTO: o total CARREGA os avisos onde houver (elemento INCOMPLETO, tipologia fora do escopo) — número que pode ficar abaixo do executivo é declarado
  • SEGURANÇA: elemento sem dimensionamento = INCOMPLETO (não somado, não inventado); o total diz quantos ficaram incompletos. Validado por golden (categoria AM) contra a soma por bitola e a sanidade kg/m
  • Deixa de ser calculadora avulsa: detalha o prédio inteiro. +9 golden. Falta só a PRANCHA (1h) desenhar tudo cotado
2026-06-11 · Detalhamento de fundações v1 (P1.1f) — NBR 6118 §18 + Blévot (último elemento: malha/tirante/arranque)

O último elemento: comprimento real das fundações (sapata, bloco, tubulão, radier)

  • SAPATA/RADIER: malha de fundo X/Y = (B|L) − 2·cobrimento + ganchos; arranque do pilar ancorado = lb,nec; radier + malha superior (negativo sobre pilares)
  • BLOCO SOBRE ESTACAS: o TIRANTE (Blévot) = espaçamento das estacas + 2·ancoragem COM GANCHO sobre a estaca — ancoragem do tirante é GOVERNANTE (não se encurta; o card avisa)
  • TUBULÃO: o arranque (fuste a céu aberto geralmente em concreto simples)
  • A ancoragem REUSA o K.anchorage do 1a (inclusive o gancho); validado por golden (categoria AL) contra o recompute à mão e o reuso explícito
  • SEGURANÇA: faltando As/fck = INCOMPLETO (não inventa). +10 golden. COM VIGA, PILAR, LAJE E FUNDAÇÃO DETALHADOS, o próximo é a TABELA DE FERROS (1g) somar o peso REAL de tudo, depois a PRANCHA (1h)
2026-06-11 · Detalhamento de lajes v1 (P1.1e) — NBR 6118 §20/§18.3 (comprimento real positiva/negativa)

A costura nas lajes: positiva (vão + ancoragem) e negativa (faixa do negativo 0,25·ℓ + ancoragem)

  • Comprimento real das armaduras de laje: POSITIVA (vão) = vão + ancoragem nos apoios; NEGATIVA (sobre apoio/engaste) = faixa do negativo (penetração 0,25·ℓ no vão, §18.3) + ancoragem, por direção X/Y
  • A ancoragem REUSA o K.anchorage do 1a (não reimplementa); a negativa só existe onde há continuidade/engaste (contX/contY)
  • A laje LISA é GRADUADA a executivo pelo método dos pórticos múltiplos (§14.7.8, ver changelog da laje lisa); o detalhamento da lisa é executivo. Só a protendida e a grelha muito irregular ficam fora do escopo
  • Validado por golden (categoria AK) contra o recompute à mão e o reuso explícito do lb,nec do 1a
  • SEGURANÇA: faltando As/fck = INCOMPLETO (não inventa). +10 golden. Com vigas, pilares e lajes detalhados, falta só a fundação (1f) p/ a tabela de ferros (1g) somar o peso REAL
2026-06-11 · Detalhamento de pilares v1 (P1.1d) — NBR 6118 §18.4 (comprimento real do lance + emenda l0c)

A costura chega aos pilares: comprimento real do lance + emenda por traspasse de compressão

  • Comprimento real das barras longitudinais do pilar: pé-direito + EMENDA POR TRASPASSE l0c (compressão, NBR 6118 §9.5.2.3) + arranque/ancoragem na base
  • O l0c NÃO é reimplementado — reusa exatamente a ancoragem de COMPRESSÃO do 1a (l0c = lb,nec ≥ máx(0,6·lb; 15φ; 200mm)). Mesma disciplina do 1c: costura, não física nova
  • Estribos: perímetro do estribo fechado (com ganchos) × nº (= ceil(pé-direito/espaçamento) + 1)
  • Validado por golden (categoria AJ) contra o recompute à mão e o reuso EXPLÍCITO do l0c do 1a (AJ1/AJ9)
  • SEGURANÇA: emenda cheia por padrão; faltando As/altura/fck = INCOMPLETO (não inventa). +10 golden. Com vigas (1c) e pilares (1d), faltam lajes (1e) e fundações (1f) p/ a tabela de ferros (1g) somar o peso REAL
2026-06-11 · Comprimento real da barra v1 (P1.1c) — NBR 6118 §18.3.2.3.1 (a costura: começa a virar prancha)

A costura: o diagrama + decalagem + ancoragem viram o comprimento REAL de cada barra (o ferro cortado)

  • O keystone do detalhamento (NBR 6118 §18.3.2.3.1): o diagrama de força no banzo tracionado é deslocado de aℓ, acha-se o trecho onde a barra é necessária, e cada extremidade é prolongada pela ancoragem (≥10φ além do ponto de tensão nula, nunca < lb,nec)
  • Casos padrão de viga (UDL): biapoiada (positiva corrida = vão + ancoragem nos apoios), contínua de 2 vãos (negativa sobre o apoio = 2·(ln/4 + aℓ) + ancoragem cada lado; inflexão a ln/4 recomputável à mão), balanço
  • REUSA as peças já validadas — NÃO reimplementa: o momento vem do solver (provado no cross-check do núcleo), o aℓ do K.decalagem (1b) e o lb,nec do K.anchorage (1a). É geometria de montagem
  • Validado por golden (categoria AI) contra o padrão de viga publicado (Guia da Engenharia: negativos 2·(trecho + lb,nec)) e o recompute à mão dos 3 casos; assere explicitamente o REUSO do aℓ e do lb,nec
  • SEGURANÇA: barra MAIOR na dúvida; faltando diagrama/As/aℓ/lb,nec = INCOMPLETO (não inventa comprimento). +13 golden. É o 3º tijolo do DETALHAMENTO EXECUTIVO (P1) — o que começa a virar PRANCHA
2026-06-11 · Decalagem do diagrama v1 (P1.1b) — NBR 6118 §17.4.2 (o comprimento real da barra)

O 2º passo do detalhamento: a decalagem aℓ que vira o comprimento real da barra

  • Deslocamento aℓ do diagrama de força no banzo tracionado (NBR 6118:2014 §17.4.2.2/§17.4.2.3): Modelo I (θ=45°) aℓ = d·[VSd(1+cotg α)/(2(VSd−Vc)) − cotg α] e Modelo II (θ 30°–45°) aℓ = 0,5·d·(cotg θ − cotg α)
  • Limites da norma aplicados sempre: teto aℓ ≤ d; pisos aℓ ≥ 0,5d (geral) / 0,2d (estribo a 45°); VSd ≤ Vc → aℓ = d (decalagem máxima)
  • O Vc é o MESMO do cisalhamento (Vc0 = 0,6·fctd·bw·d, idêntico ao ENG.vigaCis) — NÃO se inventa outro Vc
  • Com a ancoragem do 1a, fecha a regra do comprimento real da barra (§18.3.2.3.1): trecho necessário no diagrama DECALADO + lb,nec ancorado, ≥ 10φ além do ponto de tensão nula
  • Validado por golden (categoria AH) contra os gabaritos do método (Guia da Engenharia) e as fórmulas fechadas da NBR; SEGURANÇA: aℓ sempre para o lado desfavorável, default conservador (Modelo I, α=90°), sem Vc/fck = FALHA SEGURA. +16 golden. É o 2º tijolo do DETALHAMENTO EXECUTIVO (P1)
2026-06-10 · Ancoragem e Emendas v1 (P1.1a) — NBR 6118 §9.4 (ABRE a Fase 3: detalhamento executivo)

O primeiro passo do detalhamento executivo: ancoragem e emendas pela norma, validadas contra exemplos publicados

  • Comprimento de ancoragem básico lb = (Ø/4)·(fyd/fbd) com fbd = η1·η2·η3·fctd (NBR 6118 §9.3.2.1): η1 por conformação (2,25 nervurada/1,4 entalhada/1,0 lisa), η2 por aderência (1,0 boa/0,7 má), η3 por bitola (1,0 Ø<32 / (132−Ø)/100 Ø≥32), fctd = 0,15·fck^(2/3) (C20–C50)
  • Ancoragem necessária lb,nec = α·lb·(As,calc/As,ef) ≥ lb,mín = máx(0,3lb; 10Ø; 100mm), com redução por gancho (α=0,7 em barra tracionada nervurada)
  • Emendas por traspasse (§9.5.2): tracionadas l0t = α0t·lb,nec, α0t da Tab. 9.4 por % de barras emendadas na seção (1,2/1,4/1,6/1,8/2,0) ≥ l0t,mín; comprimidas l0c = lb,nec ≥ máx(0,6lb;15Ø;200mm)
  • Validado por golden contra EXEMPLOS RESOLVIDOS PUBLICADOS (Bastos/UNESP-Bauru + Guia da Engenharia): C20/C30, boa/má aderência, com/sem gancho, traspasse 50% — casando lb, lb,nec, l0t e os pisos exatos dentro de ~2%
  • SEGURANÇA e honestidade: aderência desconhecida → MÁ (ancoragem maior); % de emenda desconhecido → 100% (α0t=2,0); traspasse proibido Ø>32mm (luva/solda) e fctd só C20–C50 = FALHA SEGURA; valores da norma, NUNCA inventados. +30 golden (categoria AG). É o 1º tijolo do DETALHAMENTO EXECUTIVO do concreto (P1)
2026-06-10 · Sismo v1 (M6.4) — NBR 15421:2006 (FECHA o M6 e a Fase 2)

A última ação: sismo por forças horizontais equivalentes, com o critério de dispensa (maioria do Brasil) — fecha o concreto

  • Método das FORÇAS HORIZONTAIS EQUIVALENTES da NBR 15421:2006: ag por zona (§6.1), classe de terreno Ca/Cv (Tab. 3), período Ta, espectro Sa(T) (§6.2), Cs=Sa·I/R (limitado ao platô), cortante de base H=Cs·W, distribuição por pavimento (∝ peso·altura^k)
  • CRITÉRIO de dispensa (tão valioso quanto o cálculo, como o vento dinâmico): Zona Sísmica 0/1 → análise DISPENSADA pela norma — é o caso da maior parte do Brasil, e a ferramenta diz isso claramente
  • Quando a zona exige (≥2), a força sísmica entra na envoltória como caso horizontal (Sx/Sy), como o vento
  • Validado por golden contra as tabelas da NBR 15421:2006 (ag/zona, Ca/Cv/classe) + cortante de base conferido à mão (Z2, classe C, R=3 → H≈569,6 kN p/ W=10000), com a distribuição fechando o equilíbrio (Σ Fx = H)
  • NÃO inventa: zona ausente = INCOMPLETO (não invento a sismicidade); classe/R ausentes = default conservador (D, R=3) com aviso; peso sísmico com carga cheia (a favor da segurança); estruturas irregulares/altas = modal espectral (futuro). +18 golden (categoria AF). FECHA o M6 (Ações) e a Fase 2 (concreto)
2026-06-10 · Fogo/TRRF v1 (M6.3) — NBR 15200:2012 (método tabular)

Segurança contra incêndio: dimensão e cobrimento mínimos por TRRF, verificados por elemento

  • Método TABULAR da NBR 15200:2012: para cada TRRF (30/60/90/120 min) cada elemento de concreto precisa de uma dimensão mínima (bmin viga/pilar, hmin laje) e do eixo da armadura à face (c1) mínimo
  • Valores das TABELAS da norma: vigas (Tab. 2 biapoiada / 3 contínua), lajes (Tab. 7), pilares (Tab. 1, μfi=0,7) — citados, NUNCA inventados
  • O TRRF sai da ocupação+altura (NBR 14432; residencial por altura) ou é informado; o c1 vem do cobrimento (c1 = cobrimento + estribo + ½ barra)
  • Verifica as seções do modelo (viga/pilar/laje) contra os mínimos → aprovado/reprovado por elemento, com o card mostrando dim e c1 fornecidos vs exigidos
  • SEGURANÇA: erro sempre a favor da segurança — abaixo de QUALQUER mínimo = reprovado (aumentar seção/cobrimento); TRRF fora da tabela = INCOMPLETO (não inventa a ocupação); casos fora do tabular = método analítico futuro. Validado vs tabelas da NBR 15200:2012. +17 golden (categoria AE)
2026-06-10 · Vento dinâmico v1 (M6.2) — NBR 6123 §9.2

A resposta dinâmica ao vento, com o coeficiente ξ CALCULADO de 1ºs princípios (não lido de ábaco)

  • Edifícios altos/esbeltos respondem dinamicamente às rajadas (NBR 6123 cap. 9): q(z)=q0·b²·[(z/zr)^2p + (h/zr)^p·(z/h)·((1+2γ)/(1+γ+p))·ξ], média + flutuante (fator de pico g=4, modo linear γ=1)
  • CRITÉRIO: T1>1s (f1<1Hz) → exige análise dinâmica; T1≤1s → o vento estático (S2) cobre, e a ferramenta diz isso claramente
  • O ξ (coef. de amplificação dinâmica) — que na norma se LÊ de ábacos protegidos — é CALCULADO de 1ºs princípios: espectro de Harris (1970), admitância SDOF, aceitação conjunta com a coerência de Galindez (decaimento 11) e integral de variância. Reproduz os ábacos da ed. 1988 dentro de ~8%
  • Validado por golden contra os pontos de ξ publicados (cat III 4,91; IV 6,70; V 8,70 a ζ=1%) e o Edifício B do CAARC (180 m): cortante de base 11,20 MN / momento 1262 MN·m a 30 m/s. SEGURANÇA: o motor fica ~5–15% abaixo do valor normativo, então o ξ DE PROJETO é calibrado (×κ=1,15) para ENVELOPAR os pontos publicados — a força de projeto nunca sai abaixo da norma; o card mostra os dois valores (projeto conservador + 1ºs princípios)
  • NÃO inventa: ξ vem da física; ζ default concreto 0,01 (citado) ou input; f1 input ou estimado; h>150m = FORA DO ESCOPO (modelo discreto §9.3); V0/categoria ausentes = INCOMPLETO. Edição 1988 (a 2022/23 só trocou ábacos, sem fórmula). +19 golden (categoria AD)
2026-06-09 · Ações v1 (M6.1) — cargas NBR 6120:2019

As cargas passam a vir da norma: sobrecargas por uso (Tab. 10) e pesos específicos da NBR 6120:2019

  • A SOBRECARGA (carga variável) deixa de ser um número solto e vem da NBR 6120:2019 Tabela 10 por categoria de USO — residencial 1,5; escritório 2,5; loja/comércio 4,0; garagem 3,0; escada pública 3,0; sala de aula 3,0; reunião 3,0/4,0; biblioteca 2,5/4,0; forro 0,5 (kN/m²), entre outros — escolhido em 1 clique no seletor de uso
  • A CARGA PERMANENTE e a de PAREDE são calculadas pelos PESOS ESPECÍFICOS da norma (concreto armado 25; argamassa cimento/areia 21; alvenaria tijolo furado 13; maciço 18 kN/m³): g = h·γ + Σ(γ·esp) e parede = γ·esp·altura
  • O relatório registra a FONTE da carga (NBR 6120:2019 Tab. 10) — rastreável, não inventada; o card de Ações mostra uso, sobrecarga e carga permanente
  • NÃO inventa carga: uso fora da tabela ou material sem peso específico = INCOMPLETO (avisa, não adivinha). Redução de sobrecarga conservadora por padrão (carga cheia)
  • Validado por golden contra os valores da Tabela 10 e dos pesos específicos da NBR 6120:2019 + aritmética das cargas calculadas. +17 golden (categoria AC). Primeira sub-entrega do M6 (Ações completas)
2026-06-09 · Tubulão v1 — fundação profunda a céu aberto (FECHA o M5)

A última fundação avançada: tubulão (fuste + base alargada), validado vs livro — fecha o módulo de fundações

  • Fundação profunda para quando o solo resistente está fundo: FUSTE cilíndrico de concreto simples que leva a carga do pilar por compressão até a cota de apoio + BASE ALARGADA (tronco de cone) que espalha no solo
  • FUSTE: Ø=√(4·Nd/(π·σc)) com σc=0,85·fck/γc (concreto simples), e Ø mínimo construtivo de 70 cm (escavação manual a céu aberto)
  • BASE: Ø=√(4·Nk/(π·σadm)) por σ≤σadm; altura H=(Db−Df)/2·tanα com ângulo α≥60° com a horizontal, para a base não armada resistir por biela comprimida (sem flexão)
  • σadm e a cota de apoio são dados da sondagem (NÃO inventados); 1 tubulão por pilar de base, carga vinda do solve
  • Falha segura: Ø de fuste impraticável = BLOQUEANTE; ângulo<60° ou base grande demais p/ céu aberto = FORA DO ESCOPO; σadm/cota ausentes = INCOMPLETO; sem carga = BLOQUEANTE. Validado por golden vs Alonso/Bastos. +17 golden (categoria AB). FECHA o M5 (bloco ✓ radier ✓ divisa ✓ tubulão ✓)
2026-06-09 · Divisa v1 — sapata associada + viga de equilíbrio (alavanca)

O pilar de divisa resolvido: sapata associada ou viga de equilíbrio, validadas vs livro (Alonso/Bastos)

  • O pilar de DIVISA não admite sapata centrada (invadiria o vizinho) — duas soluções clássicas, escolhidas pela DISTÂNCIA entre os pilares
  • SAPATA ASSOCIADA (pilares perto): uma sapata sob os dois, com o centroide no CG das cargas (xR=N2·a/R) → pressão uniforme; dimensionada por σ≤σadm (núcleo central) e armada na flexão LONGITUDINAL (viga-faixa invertida sobre o solo) e TRANSVERSAL
  • VIGA DE EQUILÍBRIO (pilares longe): viga-alavanca liga a sapata de divisa ao pilar interno e corrige a excentricidade — reação corrigida R1'=N1·a/(a−e), momento da alavanca M=N1·e, alívio ΔR2=N1·e/(a−e) no pilar interno
  • Validado por golden contra a estática fechada dos livros de fundações (Alonso/Bastos) e pelo equilíbrio ΣR=ΣN exato; σadm é dado de entrada (não inventado)
  • Falha segura: braço a−e curto = FORA DO ESCOPO; alívio > carga do pilar interno (levantamento) = ATENÇÃO; σ>σadm = RISCO; σadm ausente = INCOMPLETO; sem carga/geometria inválida = BLOQUEANTE. +17 golden (categoria AA)
2026-06-09 · Radier v1 — laje sobre apoio elástico (Winkler)

A 3ª fundação: radier modelado como placa sobre molas de Winkler, validado vs Hetényi

  • A laje de fundação (radier) distribui a carga dos pilares no solo — modelada como PLACA pelo MEF de grelha (reaproveitando o M4.1) sobre MOLAS de Winkler (kv·área tributária em cada nó, no lugar de apoio rígido)
  • PRESSÃO no solo = kv·deslocamento, verificada contra a tensão admissível σadm; momentos Mx/My do radier (negativos sob os pilares) → armadura superior e inferior
  • Validado por golden: equilíbrio EXATO (Σpressão·área = Σcargas dos pilares), solução fechada de Hetényi (viga sobre base elástica: λ, w0=Pλ/2k) e limite rígido (radier espesso → pressão uniforme = carga/área)
  • kv e σadm são dados de entrada da sondagem (NÃO inventados); nós em tração no solo (levantamento) são sinalizados (o solo não traciona)
  • Falha segura: kv/σadm ausentes = INCOMPLETO; pressão > σadm = RISCO; espessura inválida = BLOQUEANTE. Escolha da fundação em 1 clique (sapata/bloco/radier). +14 golden (categoria Z)
2026-06-09 · Bloco sobre estacas v1 — bielas e tirantes (Blévot)

A 2ª fundação chega: bloco sobre estacas pelo método das bielas e tirantes

  • Método das BIELAS E TIRANTES (Blévot/CEB) para blocos de 1 a 4 estacas: a carga do pilar desce por bielas comprimidas de concreto às estacas, com o tirante tracionado embaixo
  • TIRANTE: Rst = Nd·(2e−ap)/(k·d) (k=8/9/16 para 2/3/4 estacas) → armadura As = Rst/fyd; BIELA: σc = N/(A·sin²θ) ≤ K·fcd (K=1,40/1,75/2,10) nos nós do pilar e da estaca; inclinação θ entre 45° e 55°
  • A carga por estaca vem da reação do pilar (do solve); a CAPACIDADE da estaca é dado de entrada (não inventada) — sem ela, a verificação de sobrecarga fica INCOMPLETA
  • Escolha da fundação em 1 clique (sapata isolada / bloco sobre estacas) com nº de estacas, diâmetro e capacidade
  • Falha segura: esmagamento da biela = BLOQUEANTE (não tem armadura que resolva); θ fora de 45–55° ou nº de estacas fora de 1–4 = FORA DO ESCOPO; carga por estaca > capacidade = RISCO. Validado por golden vs fórmulas de Blévot + caso à mão. +18 golden (categoria Y)
2026-06-09 · Flecha rigorosa (Branson) v1 — FECHA o M4

A flecha do jeito que a norma manda — estádio II + fluência, no lugar do fator fixo

  • Rigidez efetiva de Branson (NBR 6118 §17.3.2.1.1): momento de fissuração Mr=1,5·fct·Ic/yt, inércia da seção FISSURADA no estádio II (linha neutra por equilíbrio) e (EI)eq=Ecs·[(Mr/Ma)³·Ic+(1−(Mr/Ma)³)·III]≤Ecs·Ic
  • Flecha diferida por FLUÊNCIA (§17.3.2.1.2): αf=Δξ/(1+50ρ′), flecha total = imediata·(1+αf) — substitui o multiplicador fixo de antes
  • Verificação contra o limite L/250 (Tab. 13.3): flecha reprovando entra em VERMELHO no Top 10 (o problema vem ao engenheiro)
  • Aplicada na laje do MEF (maciça/lisa/cogumelo, seção retangular); a nervurada foi graduada depois (Branson na seção T — ver changelog próprio)
  • Validada por golden contra as fórmulas fechadas da NBR e um caso conferido à mão (Mr, x da LN, III, Ieq, fator total). Fecha o M4 (Lajes avançadas completas). +16 golden (categoria X)
2026-06-09 · Lajes nervurada + lisa/cogumelo v1

Dois tipos de laje muito usados — e a punção da laje lisa vira governante

  • NERVURADA (vigotas/cubetas): rigidez equivalente da seção T (alma bw×h + capa) no MEF, momentos e flecha, ARMADURA POR NERVURA e verificação da capa — validada one-way contra a viga (M=qL²/8, flecha=5qL⁴/384EI)
  • LISA/COGUMELO: laje apoiada DIRETO nos pilares (apoios pontuais, sem vigas de borda) — momentos negativos sobre o pilar, flecha e a reação no pilar; validada por equilíbrio (Σreações=carga) e reação por pilar
  • PUNÇÃO AGORA GOVERNANTE na laje lisa: a reação do MEF alimenta a punção (M4.2) e os pilares que reprovam/exigem armadura entram em VERMELHO no Top 10 e no 3D (o problema vem ao engenheiro)
  • Capitel (cogumelo) aumenta o d na região do pilar e alivia a punção; o tipo de laje (maciça/nervurada/lisa/cogumelo) virou escolha de 1 clique no modelo
  • Falha segura: protendida e geometria de nervura inválida = FORA DO ESCOPO; honestidade física mantida (com vigas a punção é informativa, com laje lisa é governante). +16 golden (categoria W)
2026-06-09 · Punção em laje v1 — NBR 6118 §19.5

A verificação que faltava pra laje lisa — punção no pilar, validada contra a NBR e cálculo manual

  • Cisalhamento em torno do apoio pontual (pilar): contornos críticos C (face, esmagamento da biela), C′ (a 2d, sem armadura) e C″ (com armadura), NBR 6118 §19.5
  • τSd = FSd/(u·d) + K·MSd/(Wp·d) (efeito do momento/excentricidade); τRd2=0,27·αv·fcd; τRd1=0,13·(1+√(20/d))·(100ρfck)^⅓
  • Posição do pilar (interno/borda/canto) com perímetros e coeficientes próprios; dimensionamento da armadura de punção (studs/estribos, fywd≤300 MPa) e verificação do contorno C″
  • Integrado ao modelo: a força de punção em cada pilar vem da carga tributária da laje (do MEF). Em modelo com vigas a punção é informativa (a laje vai à viga); vira governante na laje lisa/cogumelo
  • Falha segura: esmagamento da biela (τSd>τRd2) = BLOQUEANTE (não tem armadura que resolva); pilar muito alongado = FORA DO ESCOPO; sem carga = BLOQUEANTE. +20 golden (categoria V) vs fórmulas NBR + caso conferido à mão
2026-06-09 · Lajes avançadas v1 — MEF de placa

A laje vira placa de verdade — MEF por analogia de grelha, validado contra Kirchhoff/Navier

  • Laje maciça resolvida por MEF (analogia de grelha: membros em X e Y, 3 GDL/nó — deslocamento + 2 rotações), calibração de Hambly (i=h³/12, c=h³/6, G=E/2(1+ν), ν=0 — exata em rigidez vs placa de Kirchhoff)
  • Momentos Mx/My por direção, momento volvente Mxy, flecha e REAÇÕES REAIS às vigas de borda (por aresta), com mapa do painel governante
  • Cada caso validado por golden contra a série de Navier (placa de Kirchhoff): erro < ~5% no momento de vão; placa engastada reproduz a razão Timoshenko |M_borda|/M_vão ≈ 2,2
  • Verificação cruzada: o método simplificado (Marcus/Grashof) é mantido lado a lado e o desvio entre os dois métodos é registrado — dois métodos independentes, resultado auditável
  • Dívida do M2 quitada: γz validado NUMERICAMENTE contra a fórmula fechada NBR 6118 §15.5.3 (1/(1−ΔMtot/M1tot)) e a amplificação P-Δ 0,95·γz
  • Falha segura: geometria fora do método (vãos λ>4) e aberturas = FORA DO ESCOPO (não força resultado); +22 golden tests (categoria U). Esta sub-entrega entregou a laje maciça por MEF — os tipos nervurada e lisa/cogumelo, a punção e a flecha rigorosa vieram nas sub-entregas seguintes do M4
2026-06-09 · Prancha ABNT plotável v1

Largou o projeto, voltou em prancha — planta de fôrma, armação e carimbo para plotar

  • Planta de fôrma cotada por pavimento: pilares, vigas e lajes nas posições do modelo canônico, com os vãos (Lx/Ly) cotados
  • Tabela de ferros (posição, bitola, quantidade, comprimento, peso) gerada do quantitativo do Kernel; armação reusa o detalhamento já calculado
  • Carimbo ABNT (NBR 6492/10068): título, projeto, escala, folha, nº da prancha, revisão e campo de autor/ART em branco para o engenheiro assinar
  • Export PDF plotável (A1/A2/A3, escala real) e DXF (formato aberto, abre no CAD)
  • Falha segura: sem detalhamento/escala inválida = BLOQUEANTE (não gera prancha vazia); selo PROJETO — revisar, completar o detalhamento e assinar (ART); +20 golden tests de geometria de desenho
2026-06-08 · Estabilidade global executiva v1

γz por direção, desaprumo e vento NBR 6123 — a análise global que o executivo exige

  • Coeficiente γz por direção (NBR 6118 §15.5.3) a partir dos deslocamentos do pórtico 3D, com momento de tombamento e acréscimo de 2ª ordem auditáveis
  • Classificação nós fixos (γz≤1,1) / móveis / instável (γz>1,3) e amplificação P-Δ equivalente (0,95·γz) para nós móveis
  • Desaprumo global (NBR 6118 §11.3.3.4.1): θ1=1/(100√H), θa e força horizontal equivalente
  • Vento NBR 6123 (Vk=V0·S1·S2·S3, q=0,613·Vk²) aplicado nas 4 direções (Wx±, Wy±) com classificação por direção
  • Falha segura: γz>1,3 = instável (não aprova, vira RISCO); vento sem V0 = INCOMPLETO (não inventa); +20 golden tests vs referência
2026-06-08 · Importação DXF/IFC/Revit v1

Largou o projeto, voltou modelo canônico — importação assistida, nunca cega

  • Lê DXF (eixos/linhas/layers), IFC (IfcColumn/Beam/Slab/BuildingStorey, pavimentos) e JSON de intercâmbio (Revit→Dynamo/CSV)
  • Relatório de interpretação ANTES de processar: unidade, escala, pavimentos, elementos e malha sugerida — o usuário confirma; nada é processado sem confirmação humana
  • Converte para o MESMO modelo canônico do Kernel → solve/sapata/laje/diagramas/detalhamento/copiloto/comparador/otimizador/exportações/Modelador 3D já funcionam em cima
  • Dado estrutural faltante = INCOMPLETO (nunca inventado); falha segura com motivo legível; guarda no fromGrid contra grid malformado; hash de importação + memorial com seção de PROVENIÊNCIA
  • IFC v1: geometria exata fora do escopo (confirma a malha); teto ético mantido (cálculo executivo — revisar e assinar/ART); +24 golden tests
2026-06-08 · Modelador Estrutural 3D Interativo v1

O cockpit — modela, clica, entende, edita, reprocessa, sem maquete solta

  • Modelo 3D navegável (gire/aproxime/filtre por pavimento) com geometria DERIVADA do modelo canônico — Three.js só desenha, o Kernel é a verdade
  • Seleção por elemento + inspector técnico (esforços, combinação governante, As, status, warnings, hash) para viga, pilar, laje e sapata
  • Edição paramétrica (seção, fck, σadm, pé-direito) que reprocessa pelo Kernel → novo hash → novo status → memorial/exportações atualizados
  • Modos de visualização (status, esforços, deslocamento, risco, custo, detalhamento, fundações, lajes, otimização), cores por status e lista Top 10 problemas
  • Falha segura: edição que gera modelo inválido é rejeitada; geometria sempre vinculada ao hash do resultado; +24 golden tests (geometria/seleção/edição/consistência)
2026-06-08 · Exportações avançadas v1

Documentação exportável do cálculo executivo — rastreável e auditável

  • Memorial técnico (PDF), JSON do modelo+resultados+combinações+envoltórias, CSV das tabelas (vigas/pilares/sapatas/lajes/aço/quantitativos/cenários/otimizador) e gráficos SVG
  • Rastreabilidade em CADA arquivo: hash de entrada e de resultado, versões (kernel/motor/modelo/combinações/memorial), buildHash e timestamp
  • Consistência tela × exportação garantida por golden tests; export determinístico (mesma entrada → mesma saída)
  • Falha segura: sem resultado/sem hash/sem disclaimer/cenário inválido = BLOQUEANTE; gerar a prancha/projeto executivo COMPLETO = FORA DO ESCOPO
  • Toda exportação marcada como CÁLCULO EXECUTIVO — para revisão e ART; não substitui o projeto assinado; +24 golden tests
2026-06-08 · Otimizador de custo/risco v1

Ranqueia soluções por score multicritério — processa critérios, não decide

  • Score 0–100 sobre os cenários do Comparador: custo, aço, concreto, deslocamento e risco normalizados (risco penaliza BLOQUEANTE/FORA DO ESCOPO)
  • Pesos explícitos por 6 modos (equilíbrio geral, menor custo, menor risco, segurança, menor deslocamento, menor aço) + pesos manuais
  • Ranking determinístico, cards por alternativa, métrica governante, maior reação, trade-off e gráficos custo×risco e aço×deslocamento
  • Falha segura: sem base/métrica completa = BLOQUEANTE; alternativa inválida excluída; BLOQUEANTE/FORA DO ESCOPO nunca recomendável; empate declarado; "se todas ruins" dito claramente
  • Não escolhe a solução executiva nem substitui o engenheiro; +28 golden tests
2026-06-08 · Comparador de Soluções Estruturais v1

Compara cenários — processa pelo Kernel, não escolhe

  • Cenários controlados (viga/pilar/laje maiores, fck, vão −15%, σadm do solo) resolvidos pelo MESMO Kernel
  • Métricas objetivas: status, aço, concreto, custo, deslocamento, riscos e impacto % vs base
  • Selos (mais econômica, mais segura, menor deslocamento, menor aço), ranking e hash por cenário
  • Falha segura: base ausente/inválida e alternativa inválida = BLOQUEANTE; alternativa que piora = RISCO
  • Não escolhe a solução executiva nem substitui o engenheiro; +22 golden tests
2026-06-07 · Copiloto Estrutural Interpretativo v1

Leitura técnica do resultado — interpreta, não calcula

  • Resumo executivo automático, elementos críticos e diagnóstico por elemento
  • Explicação didática de M/V/N, deslocamento, reação, punção, flecha e combinação governante
  • Recomendações classificadas como sugestão de estudo (não solução executiva)
  • Guardrails: não inventa cálculo, não recalcula, diz qual dado falta, mantém o disclaimer e é determinístico
  • Toda afirmação vinculada ao dado do Kernel (sourceHash); +22 golden tests de interpretação
2026-06-07 · Detalhamento Simplificado v1

Armação esquemática + tabela de aço (1ª versão do detalhamento)

  • Arranjo esquemático de barras (nº × bitola) e estribos para vigas, pilares e sapatas
  • Desenho esquemático em SVG (viga longitudinal, pilar em seção, sapata em planta/corte)
  • Tabela de aço por bitola, peso por metro (d²/162) e quantitativo total
  • Falha segura: sem dimensionamento/comprimento/espaçamento inválido = BLOQUEANTE; taxa alta = RISCO
  • Teto ético: vista esquemática da armadura (os comprimentos reais, o quadro e a prancha ABNT vieram depois, nos passos 1a–1h); a ART é do engenheiro; +22 golden tests
2026-06-07 · Diagramas Profissionais v1

Auditoria visual — M, V, N, deformada e reações

  • Diagrama de momento (M), cortante (V) e normal (N) por barra, reconstruído por forma fechada
  • Deformada da estrutura (amplificada visualmente) com deslocamento e nó crítico
  • Reações nos apoios com verificação de equilíbrio e destaque do mais solicitado
  • Seção "Diagramas" interativa no Modo Engenheiro Pro (seletor M/V/N/deformada/reações, clique na barra)
  • Falha segura: combinação inexistente/esforço não-finito = BLOQUEANTE; deslocamento elevado = RISCO; +21 golden tests
2026-06-07 · Lajes por Grelha v1

Módulo de lajes — grelha simplificada

  • Laje maciça por faixas cruzadas (Marcus/Grashof) dentro do Kernel Pro
  • Divisão de carga por rigidez, momentos Mx/My positivos e negativos (continuidade)
  • Flecha estimada (com fissuração/fluência), armadura X/Y e reações transferidas às vigas
  • Falha segura: sem contorno/apoio, espessura/carga inválida = BLOQUEANTE; nervurada/protendida/abertura/irregular = FORA DO ESCOPO
  • Seção de lajes na tela técnica e no memorial; +22 golden tests de laje
2026-06-07 · Sapata Real v1

Módulo de fundação — sapata isolada

  • Sapata isolada retangular sob pilar retangular dentro do Kernel Pro
  • Tensão no solo (σmáx/σmín), excentricidade, contato parcial e tração
  • Punção (contorno C′ a 2d + esmagamento) e flexão em X e Y com armadura
  • Falha segura: sem reação, sem σadm, tração biaxial e sapata grande fora do escopo
  • Seção de fundações na tela técnica e no memorial; +17 golden tests de sapata
2026-06-07 · RC1

Release Candidate 1 — Blindagem e rastreabilidade

  • Hash de entrada e de resultado carimbados no memorial e na tela técnica
  • Taxonomia de avisos (INFO/ATENÇÃO/RISCO/BLOQUEANTE/FORA DO ESCOPO)
  • CI de cálculo obrigatório: nenhum deploy passa se quebrar cálculo/memorial/validação/exemplos
  • Bateria de 10 projetos de regressão de produto
  • Golden tests ampliados (categoria H: rastreabilidade e taxonomia)
  • Página de status pública (esta)
2026-06-07 · 1.0.0

Kernel Pro plugado de ponta a ponta

  • Modelo canônico → validação → pórtico espacial 3D → combinações ELU/ELS → envoltória por barra → memorial
  • Tela técnica e memorial técnico (PDF) com combinação governante por barra
  • Golden tests públicos + 3 exemplos oficiais + nota técnica
  • Separação Modo Rápido × Modo Engenheiro Pro

Limitações conhecidas o que o Kernel Pro NÃO faz hoje

Próximos módulos

⚠️
Cálculo executivo — para revisão e ART do engenheiro. Mesmo operacional e validado, o detalhamento da armadura é executivo (comprimentos reais, quadro de ferros, prancha ABNT); a revisão, a complementação e a assinatura (ART) cabem ao engenheiro habilitado (NBR 6118) — não substitui o projeto assinado.
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